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Um guia de 12 páginas com o resumo do resumo

É preciso ser ágil na agilidade, por um lado tem a ver com a cultura Lean, sermos enxutos e objetivos, também tem a ver com capacidade absortiva e carreira proteana, tanto quanto criar ambientes sustentáveis e positivos. Para isso, precisamos ser criativos, planejar sucintamente, seguir MVP, validar e evoluir, é mais fácil do que parece.

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Sempre curti criar resumos, esquemas, diagramas, uma forma de fixar conhecimento, desde criança os faço para estudar, instigando minha memória visual e motora. Talvez dai venha minha paixão por registrar tudo o que aprendo e pratico aqui no blog e em livros, guias, encartes, canvas, acima de tudo escrevo para mim.

O guia de uma página A3 criado em 2014 foi crescendo (como esperado), a partir de cada livro, artigos, posts, fui incorporando conceitos e lembretes sobre diferentes métodos, frameworks e propostas, chegando a 12 páginas A3 que estão sempre comigo e compartilho com quem interajo em projetos pelo meu link no dropbox:

https:/dropbox.com/s/hp05qzvks54qad6/Super Guia Rápido.pdf

Já esta tudo aqui nos posts do blog a muito tempo, acessível em seus posts, páginas, BlogMap e links úteis, mas ainda não tinha compartilhado esta versão em pdf, talvez tenha passado desapercebido por quem acompanha os posts e não navega no blog, o conteúdo deste guia é:

  1. Estratégia e adoção Agile
  2. Papéis e carreira
  3. Pré-game e ideação
  4. Business Model Generation
  5. Preparação para o planejamento
  6. Planejamento
  7. Execução SCRUM
  8. Sustentação KANBAN
  9. Management 3.0
  10. Design Thinking
  11. DevOps
  12. Self-Assessment

O link é dropbox porque é lá que mantenho todos os pdf’s que compartilho por aqui, o link do guia A3 original onde este de 12 páginas começou é este aqui:

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Desafio ToolBox – POA e São Leo – 14/07/17

14/07/17 – DBTALKS Porto Alegre – TecnoPUC Sala 204 / 99a – Ao todo eramos cinquenta pessoas contando com a galera da DBserver, que chegou cedo para reorganizar asala em torno das mesas que trouxemos da 206, compondo 10 equipes de 5 integrantes. Muitos companheiros de viagem, de outras jornadas, que durante duas horas proporcionaram um ambiente barulhento enquanto negociavam suas cartas e preenchiam os tabuleiros. O feedback foi muito bom e novos insights para melhorar o jogo.

14/07/17 – TecnoSinos, Prédio UniTec 2, Mini auditório – Um evento organizado pela GVDASA, aberto ao ecossistema TecnoSinos-Unisinos. Foram mais de três horas com abertura do Marcos Arnoldo, a participação do Jonathan Stein, a parceria da Mayra Rodrigues de Souza. Muita energia, novamente cada grupo ao redor do tabuleiro debatendo, argumentando, todos entraram no jogo, ensinaram e aprenderam a medida que as rodadas iam distribuindo as cartas, cobrindo suas mais de 70 técnicas, frameworks e boas práticas.

 

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Workshop de Inovação e Criatividade – Mentes Audazes

Conheci o Jackes Heck a um ano e acabamos nos encontrando no Desafio Toolbox 360º no DBTalks de 15/07/17 no TecnoPUC, com a chancela de ser professor de pós na Faculdade SENAC-RS, onde conheço tantos amigos e profissionais que admiro. Ele se define como um Design Thinker, Colaborativo, Criativo e Cocriativo.

SORTEIO – Quem compartilhar este post citando o Jackes Heck concorrerá a dois sorteios com inscrição gratuita no workshop … é só compartilhar e torcer 🙂

Daqui a uma semana, no Sábado de 22/07/17 entre 8:00 e 12:00 na sede do SESCON-RS na Rua Augusto Severo, 168, perto do Bourbon da Assis Brasil, vai rolar um workshop em meio a um projeto seu chamado de Academia de Mentes Audazes – https://www.facebook.com/mentesaudazes/

Eu achei a proposta legal e o workshop tem um investimento de R$139, para quem esta querendo repensar ou empreender ideias em seus projetos pessoais ou profissionais, ele garante que você não sai o mesmo de lá, após abordagens, dinâmicas e jogos colaborativos … gostei do nome: Mentes Audazes  🙂

Eu apoiei na realização do lançamento do programa e formação em coaching criativo da Gislene Guimarães com o TecnoTalks e DBServer, também curti e por isso compartilho mais esta oportunidade, porque é minha paixão colaborar no desenvolvimento de pessoas: Melhores pessoas, Melhores profissionais!

Inscrição, clique aqui: http://bit.ly/2sviMlj

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Do Takt Time do Lean ao Tiki-Taka do Barcelona

Os conceitos e fundamentos do Lean sobre fluxo são essenciais para entender métodos ágeis. Tem a ver com a percepção de produtividade e efetividade, evitando a sensação de trabalhar muito e não ter os resultados e reconhecimento desejados. Então vamos falar de Takt Time e cadência  \o/

Takt Time é o tempo dividido pela demanda na indústria Lean, um fundamento essencial ao conceito de sistemas puxados, se for rápido demais gerará stress e estoques intermediários, se for lento demais gerará ociosidade e descompasso, ambos induzindo ao erro e desperdícios.

Cadência é o estabelecimento de um ritmo sustentável e equilibrado entre recursos, pessoas, tempo e produção, com valor e qualidade. O segredo é encontrar um ritmo constante que mantenha o fluxo, desafiador mas possível, seguro mas não pessimista.

SCRUM

Equipes que seguem o método SCRUM são impelidas a trabalhar com conceitos e regras que os induzem ao estabelecimentos de seu Takt Time e cadência a cada projeto, de forma iterativo-incremental-articulada, ajustando conforme avançam e aprendem.

Baseado nesta premissa conceitual eu propus o Scrum Setup Canvas antes do planejamento do Release PLan, de forma a levarmos em consideração os vetores e variáveis que influenciam as estimativas em cadência, validando nossa capacidade a cada sprint.

Os instrumentos oferecidos com sucesso pelo método é o DoR (Definition of Ready) e DoD (Definition of Done), o primeiro estabelece os critérios que permitirão o desenvolvimento de cada história de forma eficiente, o segundo são critérios para considerar cada história pronta para o cliente.

o Dor e DoD estabelecem o ritmo de um time, que proporcionará um compasso estabelecendo mínimo desperdício e alta performance sustentável para entrega contínua de valor ao cliente com a qualidade estabelecida e acordada.

A intenção é estabelecer um ritmo cadenciado entre o DoR e DoD, enquanto os desenvolvedores trabalham no desenvolvimento partindo do DoR das histórias do sprint corrente até seu DoD, colegas trabalham para o estabelecimento do DoR do próximo sprint, orquestrando a evolução.

KANBAN

No kanban temos o conceito de fluxo contínuo, método que utilizo muito para equipes de sustentação. Neste caso, não temos o Release Plan, DoR e DoD como no Scrum, pois trabalha foco naquilo que é mais importante a cada momento, não constituindo sprints, mas continuamente.

Mas o mesmo mecanismo é utilizado de forma diferente, priorizadas as alterações corretivas ou evolutivas o time vai puxando conforme escala e trabalhando de forma a entender, executar e atender, entregando valor e qualidade sem o estabelecimento de demandas para cada duas semanas de trabalho.

Neste caso, ao se utilizar de suas boas práticas, teremos um quadro físico ou virtual com a evolução de status até estar pronto, regras explícitas, estabelecimento de quantidades, monitoramento de fluxo com métricas como lead time, cycle time, throughput, burn down, cumulative flow.

Na prática, a essência do conceito de equipes de alta performance diz mais respeito a cadência coletiva que a produtividade individual, quais as técnicas que nos auxiliam a práxis de comunicação ativa, colaborativa e tomadas de decisão a cada dia em prol de eficácia e eficiência em processo e produto.

TIKI-TAKA

Uma analogia descompromissada com o famoso conceito Tiki-Taka do Barcelona e seleção espanhola, definido como um sistema baseado em posse de bola através de passes curtos utilizando todos os espaços do campo e todos os jogadores, a bola não para, cada jogador sempre com múltiplas opções de passe rápido.

No sistema catalão, também usado pela seleção espanhola, todos os jogadores participam direta ou indiretamente da jogada, movimentando-se de forma a serem uma opção para receber a bola e passar a outro colega, mantendo o ritmo, atenção e colaboração ativos sempre, envolvendo o adversário e, com frequência, vencendo.

CONCLUSÃO

Os desperdícios do Lean dizem respeito a tudo o que possa comprometer nosso Takt Time e cadência de valor, produção apressada com estoques intermediários inúteis e de alto risco, movimentação indesejada, execução defeituosa, foco fora da prioridade a cada momento, tudo isso dinamicamente.

Fazer certo a coisa errada é tão ruim quanto fazer errado a coisa certa, é preciso fazer certo a coisa certa, um passo de cada vez, de forma cadenciada, sempre iterativo-incremental-articulada, com pequenos e contínuos ciclos sustentáveis, projetando, executando, validando e corrigindo.

Não é tão difícil assim, é só começar a andar e a cada ciclo ir experimentando, aprendendo e melhorando, deixando as retrospectivas fazerem seu trabalho. Como disse o Bilbo Bolsseiro, “Você pisa na Estrada, e, se não controlar seus pés, não há como saber até onde você pode ser levado …” \o/

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Após 6 anos o layout mudou, qual sua opinião?

Por favor, quero sua opinião, comenta aqui, quem puder dar uma olhadinha geral no blog e dar sua opinião. Fiz uma grande mudança, um layout mais descolado e aderente ao Savana SCRUM, o que mais você mudaria???  o/

Após 6 anos ele mudou, assinei a versão paga de entrada do wordpress por US$33 anuais, mudei o tema, limei as propagandas que o WP coloca no meio dos posts na versão gratuita e dei umas ajeitadinhas aqui e ali. Aproveitei para explicitar o conceito lúdico do Savana SCRUM que a Luisa criou para mim e está recém começando.

Inclui uma opção de língua oferecida pelo Google para tradução instantânea para uma centena de opções, não sei se é útil, mas é divertido ver em espanhol, inglês, japonês, etc.

Esse tema destaca melhor a direita os três livros, o ebook, o Scrum Setup Canvas e o Desafio ToolBox, também o menu superior. Talvez assim de destaque às páginas e conteúdo identado dos livros, das tirinhas, o blogmap com quase todos posts categorizados e a agenda, além de links úteis e o famoso about (eu):

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A equação CAPEX += OPEX é essencial para bons gestores e equipes

Quer na vida, empresa, futebol, política, é preciso entender o valor de trabalhar com equilíbrio entre metas de curto, médio e longo prazos, desdobramentos, ganhos e perdas. O brasileiro trata CAPEX e OPEX em suas empresas da mesma forma que gerencia times de futebol ou política, muitas vezes imediatista, oportunista, pró-geração de factóides.

Não entendam o tom de meus posts como acusatórios, são situações que nos circundam em diferentes graus, o que precisamos as vezes é um balde de água gelada para se propôr a debater com mais realismo as consequências de atos nossos (conscientes ou inconscientes). A equação certa é CAPEX += OPEX, significa CAPEX = CAPEX + OPEX.

CAPEX (expenditure) ~ despesas ou investimentos em bens de capital; despesas de capital; aquisições.

OPEX (operational expenditure) refere-se às despesas operacionais, recorrentes, continuadas.

CAPEX é investimento, aquisição, projeto, mas cada tomada de decisão ali pode aumentar ou diminuir sua OPEX, custo recorrente de operação que muitos geram como a maldição da múmia. Um projeto mal feito, imediatista, enrolada em retalhos, terá que ser mantido com doses maciças de recursos super-dimensionados por anos para fazer frente a tudo o que não foi feito em alguns meses mal geridos de projeto.

Sempre cito paradigma e risco da Teoria da Agência, pois ‘empresa’ não existe, existem CEO, VP’s, diretores, gerentes, profissionais, as vezes inconscientemente com foco em objetivos pessoais ou zona de conforto. Projetos precisam ter no radar uma visão de longo prazo, evitando acordos onde todos se beneficiam, menos a empresa.

Reflexão: Estudos sobre Linha de Produto de SW demonstram um custo inicial para a absorção e qualificação, sendo mais oneroso começar a fazer diferente do que fazer mais do mesmo, até um breakeven, quando então passamos a obter os resultados melhores desejados, cumulativamente, cada vez mais – Vale para muitas técnicas e tecnologias!

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CAPEX e OPEX – ESTUDOS DE CASOS HIPOTÉTICOS

Um projeto de software construído sob muita pressão pode gerar elogios, bonificações e promoções pelo CAPEX, mas com práticas inconsequentes afetando sua OPEX. Um projeto construído com muita pressa, pode ganhar elogios, mesmo com tecnologia inadequada, desde que atenda a necessidade. Tem até casos em que não se documenta de forma mínima, não se automatiza o mínimo, nem qualidade ou valor necessários.

Há uma infinidade de histórias hipotéticas, ardilosas ou inconscientes, envolvendo ingenuidade, miopia, interesses, medo de argumentar, zelo pela estabilidade, falta de comunicação, não saber ouvir, vício em protagonismo individual e suas benesses no modelo de gestão 1.0 onde fazer exatamente o que mandam gera recompensas.

Bons indicadores são alto custo de manutenção, dimensionamento absurdo de equipes de sustentação, delay entre identificação de corretivas e evolutivas até a execução e entrega delas, quando ajustes simples exigem desproporcional esforço, novos projetos comprometidos em um ciclo viciosos de legados e deficiências coisas do passado.

Em muitos casos as empresas sequer fazem esta ilação CAPEX += OPEX, como se uma nada tivesse a ver com a outra … mas estes impasses não sobrevivem a um bom estudo de cadeia de valor. Rasgar dinheiro até é possível em tempos de bonança, mas na crise eles estarão tão imersos em soluções mal construídas que sua OPEX irá cobrar o preço.

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É fácil ser perdulário e inconsequente durante a bonança, complicado é olhar para trás e perceber que milhões desperdiçados no passado estão fazendo falta. Na hora do aperto é possível reduzir a CAPEX, reduzir sua capacidade em evoluir, mas impossível reduzir uma OPEX contaminada sem comprometer a operação, o cliente e sua imagem.

Há algo tão ruim quanto o alto custo evitável de OPEX, é quando CAPEX gera novas CAPEX, quando a cada par de anos temos que reconstruir soluções mal feitas, que acaba virando uma colcha de retalhos e exige reconstrução. Um projeto que não atende a real necessidade, um produto mal feito que não pôde ser escalado ou evoluído.

Planejamento ágil, sinérgico, ciclos iterativo-incrementais-articulados, em camadas, com boas práticas de engenharia de software, testes automatizados, devops, com equipes auto-organizadas pesando cada decisão quanto ao ponto de equilíbrio entre qualidade e valor para o negócio, geram também valor no médio e longo prazos às partes.

Nosso trabalho encarece ou mitiga a equação CAPEX += OPEX, cada decisão tomada durante um projeto irá tender a uma OPEX mais alta ou mais baixa. As decisões em um projeto com CAPEX bem dimensionada e racional pode levar a uma OPEX recorrente como no cenário #1, #2, #3 ou #4 … isto pode ser uma escolha consciente ou inconsciente.

A pergunta é: Nossas decisões estão economizando tempo ou custo ou mesmo escopo e gerando uma OPEX #1? A brincadeira que faço em meus cursos é: quem ligaria para o diretor presidente da empresa e argumentaria caso isso tornasse-se explícito? Na maior parte das vezes, líderes diriam que não tinha a menor ideia que nossas decisões levavam a tamanho impacto … afinal, no Lean, GEMBA tem direitos e deveres, a responsabilidade de argumentar, advertir sobre a OPEX, por incrível que pareça, também é nossa.

O tom deste post é provocativo, precisamos compreender o oportunismo na Teoria da Agência, o mimetismo na Teoria Institucional, sócio-técnica, trilogia de Juran, capacidade absortiva, contingencial, GC no modelo SECI e de exploitation x exploration, acredito muito em entender Teorias da psicologia e sociologia que tanto nos envolvem e citam, dá uma olhada no eBook “sobre os ombros de gigantes“.

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Lançamento Desafio ToolBox 360º em Porto Alegre

Estou devendo o lançamento do Desafio ToolBox 360º aqui em Porto Alegre e vai rolar com o DBTalk do dia 14/07 próximo com wellcome-coffee as 08:30 e começo 09:00.

Inscrições neste link:  https://goo.gl/rsQJjy

Se você é das paradas de startup, inovação, empreendedorismo ou em projetos de desenvolvimento de software, não deixe de aparecer. Terá um talk rápida sobre dezenas de técnicas e boas práticas e depois a sorte será nos dados.

Vamos provar que sorte e conhecimento andam juntos, pois o domínio de técnicas de ideação, modelagem, planejamento, discovery, delivery e GC podem desequilibrar dados e cartas. A diversão é o meio, o objetivo é aprendizado.

O baralho de técnicas e boas pratica tem foco em aprendizagem de forma lúdica e divertida, um resumo de técnicas do Design Thinking, Lean Startup, Scrum, Kanban, XP, do Business Model Generation e muito muito mais.

Mais informações sobre o Desafio Toolbox 360 – Trends 2017 – ppt  – relato

Data: 14 DE JULHO
TECNOPUC – Ipiranga, 6681 – Prédio 99 A – Sala 204
Welcome coffee: 08h30 as 09h // Evento: 09h as 11h
Inscrições: https://goo.gl/rsQJjy

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