Participação no FISL

Minha participação no 16º FISL foi um turno a cada dia no estande da DB, realizando bate-papos diferentes a cada dia, interagindo com pequenos grupos de diferentes universidades e comunidades, fazendo novos amigos.

estande-fisl

08/07/2015 – Tarde – Modelando e entendendo o negócio – Qual a importância e quais os artefatos mais utilizados, mitos e verdades. O tema era sobre estratégia e modelagem de negócio, produto ou serviço. Uma viagem por uma dezena de canvas e técnicas como Business Model Canvas, Lean Canvas, Project Model Canvas, Empathy Canvas, Value Proposition e muito mais.

09/07/2015 – Tarde – Planejamento estratégico, tática e técnico – Um overview de portfólio, projeto, features e tarefas em um projeto ágil. Um bate-papo sobre um projeto desde o desafio inicial, visão, release plan, planejamento de cada iteração, review e retrô, falando sobre a pirâmide das abstrações, sobre estimativas, trabalho colaborativo e auto-organizado.

10/07/2015 – Manhã – Planejando a gestão do conhecimento – Não existe equipe ágil sem auto-conhecimento sobre competências e CHA. Como a existência de uma equipe ágil vai além do SCRUM ou KANBAN, matriz de CHA do time, gestão do conhecimento, planejamento pessoal e de carreira, análise SWOT, lembrando que não existe receita de bolo, mas nada é tão simples quanto parece.

11/07/2015 – Tarde – Assuntos diversos – Rolou uns papos sobre blogs, publicações, compartilhamento de conhecimento, grupos de usuários (GU) e Comunidades de Prática (CoP), livros e eBooks, networking e visibilidade.

Uma presença nos quatro dias foi a galerinha do IFRS, dos diferentes Campus, também da UFPel e UFSM, além de uma criançada de uma escola do bairro, interações mais que valorosas, foi muito legal trocar ideias sobre inovação, empreendedorismo, tecnologia, mercado de trabalho e muito mais … energizante!

No estande ao lado estava a Madson Books com muitos livros da Casa do Código, entre eles o meu SCRUM 360, que durante o FISL vendeu todas as unidades:
livro

Todo grande evento enriquece nosso cinto de utilidades, encontramos nomes de referência, aprendemos coisas novas, ampliamos nosso networking, quem resume sua participação a custo-benefício e não vai a nenhum ou sempre ao mesmo esta desperdiçando grandes oportunidades de conhecimento.

No estande da DB houveram bate-papos e mini-workshops comigo, com a Tatiana Ximenes, com o colega Luciano Sclovsky sobre o mundo mobile, testes automatizados com o colega Leonardo Duprates, histórias do usuário com a colega Liliane dos Santos e sobre DevOps com o diretor Verner Heidrich. Achei uma fórmula sensacional, pois possibilita proximidade, contatos mais ricos, mais propositivos e com alto valor agregado, entrando no detalhe dos participantes.

Conheço muita gente que está sempre resmungando da sorte, não investe nada de tempo ou dinheiro em eventos ou interação com o mercado, mas gasta o dobro em uma noite tomando cerveja ou em ingressos. Eu acho aceitável não gastar nada e gastar no que lhe aprouver, mas então para de resmungar, porque sorte e destino nada tem a ver com o lugar onde está … então, boa sorte!

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