Apresentação do Scrum SetUp Canvas em 25min no Trends SP 2017

Apresentei o Scrum SetUp Canvas no dia 13/04/2017 para algumas centenas de pessoas, pela manhã na sala comunidade do Agile Trends SP 2017. O vídeo está logo abaixo, muitos conceitos prévios, adjacentes e complementares não dava tempo porque Trend Talks é para ser assertiva … então foi pegado.

Cabe o alerta de que este quadro é muito mais um chamamento à reflexão sobre quais são os acordos mais relevantes antes da construção de um Release Plan. Muitos destes acordos são ignorados ou superficiais, subjacentes, gerando interpretações diferentes, gerando problemas evitáveis quando materializados em um artefato.

A última versão do SSC está colada abaixo, eu refatorei a alguns meses a primeira coluna com solução antiga, nova e diferencial pelo Elevator Statement e equipe, assim como alterei a posição de algumas células, mas mantendo o conceito e valor:

Baixe a apresentação em PDF a partir do DropBox, neste link.

Missão cumprida, abaixo as telas que usei para a apresentação:










Baixe a apresentação em PDF a partir do DropBox, neste link.

Agile Trends 2017 – Maior play test do Desafio ToolBox 360°

Em uma das salas do Agile Trends 2017 no Centro de Convenções Rebouças em SP rolou o maior Play Test do Desafio Toolbox 360° até agora, 30 pessoas estavam e participaram de 5 equipes de jogo. Impossível não citar o trabalho e esforço da minha esposa, a Marinês, que editou o tabuleiro e me ajudou com a gráfica e da minha filha, ilustradora, graduanda em cinema PUCRS, que ilustrou as cartas.

Contei e agradeço de coração a parceria e ajuda como monitores do Totti, Lili e Stefania, do Severo do Sicredi e do Thiago da SoftPlan. Fomos todos uma hora antes para a sala de guarda-volumes e no chão de carpete fiz um rápido treinamento no jogo e estratégia para esta edição. Sem eles não teria sido tão fluido e efetivo em seu valor e resultados para a galera participante.

Tive a oportunidade de uma galera pilhada, que curtiu e levou para suas empresas um kit por R$50 com tabuleiro, baralho, dado e fichas, devidamente embalados em uma pasta com fechamento … no compromisso de me dar retorno sobre uso e sugestões. O valor é inferior ao custo total de sua confecção e composição, mas para mim gera a expectativa de dezenas de aplicações e feedbacks.

Agradecimento especial ao Dairton, que me proporcionou uma agenda adicional, extra a grade do Trends, que exigiu logística e energia para a configuração da sala, que não possui mesas e possibilitou a realização do Play Test  \o/

Amanhã tem mais e na volta a POA tem muito mais, pois estou no compromisso de fazer um Play Test em POA também, muitos companheiros de viagem, TTalkers e amigos curtiram a ideia e querem o jogo para suas equipes, empresas.

 

Vídeo sobre liderança ágil no Conexão KingHost OnLine deste ano

Aqui está a minha palestra sobre liderança ágil no Conexão Kinghost Online deste ano de 2017/1, mas não é só ela, no canal de vídeos do evento estão todas as palestras, vale a pena assistir, tem muito bons conteúdos – Canal Youtube

Marcelo Manuel Quádrio Raposo
51:26 – performance do banco em dia de desenvolvimento
Felipe Olivaes
57:18 – KingHost: Infraestrutura por trás do seu site
Felipe Sayão
37:38 – Utilizando Docker em Ambiente de Produção
Jorge Audy
47:28 – Liderança Ágil
José Vahl
49:10 – Os mandamentos da APIs como estratégia
Livia Lampert
38:05 – OKRs: Desenvolvimento orientado a resultados
Bruno Cambraia e Eduardo Gouvêa
47:20 – Desenvolvendo com Design Thinking
Ari Stopassola Junior e Fernando Silva
50:04 – Painel Modern PHP
Patrícia Sperk
29:52 – SEO para Dessenvolvedores
Bruno Pazzim
34:30 – Minha Experiência com o Serenata
André Brasil
35:14 – WordPress Além do Blog
Daniel Archer
34:13 – Framework e Microframeworks
Caren Cazorla
36:41 – 5 ideias para uma carreira realizadora em TI

Daniel Archer
22:38 – Painel: Segurança em WordPress
Desiree Santos
22:38 – Internet das coisas

 

Seu objetivo é o método ou o valor gerado por ele?

Se você é daqueles que se desmotiva e se justifica dizendo que o problema está nos outros, de duas uma, ou você deu muito azar ou não entendeu nada. Pare e ouça, o mundo manda recados, ao invés de reclamar, faça pactos, proponha desafios, levante métricas, faça sua parte, mesmo que alguém ainda não faça a dele … porque senão onde era UM agora serão DOIS não fazendo a sua parte.

Motivação profissional é para ser uma força intrínseca e não extrínseca, a diferença entre crença e dissonância cognitiva é continuar acreditando e tentando, ou culpar o chefe, empresa e cliente por eles não fazerem o que você acha que deveriam fazer!

Inexiste coletivo sem pessoas, quem muda não é o grupo, equipe, área, empresa … o que muda são pessoas. Se você não continua ou não muda porque espera mais dos outros, desculpa, mas você não entendeu nada! Mude você, mesmo que outros não mudem, continue mudando você para melhor. O mantra é termos melhorado o que eramos ontem, para então nos esforçarmos para melhorar mais amanhã.

Não podemos usar o método como trincheira, somos parte de uma engrenagem complexa, se algo não está legal, prática positiva irá proporcionar argumentos a serem usados. Ao se desmotivar, muitos anulam outros ganhos porque ainda não está do jeito que quer, é como uma “vendeta” inconsciente, coisa de adolescente, se a empresa ainda não mudou, então vou atrapalhar e agir para chamar a atenção.

É como um motorista querer colocar uma venda em seus olhos só porque acha que ao pagar IPVA não teria que aturar buracos na estrada, vê-los o irrita, mas como é impotente … dane-se, quebre logo o carro para poder dizer que avisou, que sabia!

Qual a defesa de quem não se esforça em dobro para tornar-se uma equipe de alto desempenho? A auto-organização é um instrumento de conscientização, mas não é uma varinha de condão, ao nos esforçarmos em sermos LEAN, eliminando cada pequeno desperdícios, potencializando cada timeboxe. Entendendo e fazendo o ágil ser um instrumento de psicologia positiva e não competitiva.

Síndrome de avestruz: Uma das coisas que vejo nessa estrada são equipes de desenvolvimento fecharem-se em seu mundinho em resposta a idiossincrasias, pressão ou falta de sinergia com cliente, comercial, negócio, lideranças, …

Locus de Controle

Rotter propôs um modelo teórico em 1966 versando sobre “Locus de controle”, o que podemos interpretar como força motriz, o que nos leva a fazer o que fazemos. Locus é lugar, logo, ser interno ou externo refere-se ao lugar de onde vem a força que nos move a frente (estagna ou atras).

Locus Interior – Por um lado podemos ser controlados por uma força interior, inerente a nossas crenças, valores e ambições, de vida ou profissional, lastreando nossa atitude, comportamento, desenvolvimento de habilidades e conhecimentos. Neste caso, mesmo frente a adversidades, buscaremos ações nossas que mitiguem, contornem, que nos façam crescer e evoluir.

Locus Exterior – Por outro lado, nossa motivação consciente e inconsciente pode ser externa, baseada nos outros, lastreando nossa atitude e comportamento na atitude de outros e eventos além de nossa alçada. Neste caso, transferimos uma percentagem maior de controle a condições externas, justificando-as reativamente, gerando dissonância e resignação.

Tenho dezenas de posts sobre este tema desde 2012, muitos deles ultrapassaram mil visualizações, o que para um blog local como este é significativo, como:

 

Spoiler dos meus ppt’s do Agile Trends 2017

Serão duas sessões, a primeira é um jogo que será apresentado e jogado fora da grade do evento, no final do primeiro dia em uma das salas do Centro de Convenções cedida pela organização, a segunda é uma apresentação formal de um artefato que venho usando, chamado Scrum Setup Canvas.

Se você vai ao Agile Trends SP no dia 12/04, não esquece de passar no stand da DBServer e te inscrever para a apresentação e mão-na-massa do Desafio ToolBox que vai rolar logo após o término da grade oficial.

Se estiver por lá no dia 13/04 pela manhã, não perca o bloco comigo e com o Paulo Caroli … sim, não dá para pedir mais nada, o meu bloco ano passado foi com o Vitor Massari, este ano será com o grande Paulo Caroli.

12/04 as 18:10 – Desafio ToolBox 360°

Nesta quarta-feira, logo após as palestras do primeiro dia do Agile Trends 2017, as 18:10 no Centro de Convenções Rebouças, vai rolar a primeira edição aberta do Desafio ToolBox 360°. O jogo está evoluindo e ainda vai evoluir muito, mas após os primeiros Play Tests já ajustei o suficiente para ter a certeza de que agrega valor, provocações construtivas e passa um recado bem bacana.

O jogo é ao mesmo tempo colaborativo no atendimento de cenários reais e competitivo, posto que ao final temos um vencedor. Mas é preciso muita transparência, inspeção e adaptação para montar a melhor solução no somatório de forças de todos.

O jogo de início pode parecer complexo, mas para quem já jogou uma rodada é muito simples e divertido, ele possui um tabuleiro, cartas de cenário a serem atendidos, baralho com mais de 70 técnicas e boas práticas, além de um dado. Para o Agile Trends 2017 vou rodar com algumas simplificações, o jogo foi criado para ser jogado em empresas, fomentando sua capacidade absortiva.

A facilitação contará com um passo-a-passo em powerpoint e impresso para cada equipe, que contarão com um kit contendo o tabuleiro, fichas e baralhos. É para ser acima de tudo um momento de provocação quanto a conhecimento e domínio de técnicas oriundas de metodologias ágeis, design thinking, management 3.0, além de algumas bem tradicionais e ainda muito utilizadas.


Estou ao mesmo tempo pilhado e angustiado para que chegue de uma vez, já rodei vários play tests, com amigos, com Tecnotalkers, até com alunos na FACIN, o início sempre é um tanto aflitivo, mas conforme a galera vai jogando e entendendo é muito legal, quer profissionais ou alunos o feedback final sempre é muito bom.

Mas no tocante a ser um tanto complexo de início, não abri mão até aqui, pois é um jogo que nos induz a jogar três rodadas pelo menos, um tempo de mais ou menos uma hora. Para isso, são dois fluxos, um usando o baralho de Toolbox para atender um cenário e outro resultante do primeiro para mover sua ficha pelo perímetro do tabuleiro … é 100% colaborativo, mas alguém sairá vencedor.

13/04 as 10:50 – Trilha Comunidade – SSC

Finalmente vou apresentar para a comunidade ágil o artefato que batizei de Scrum Setup Canvas, criado para materializar e expôr acordos e combinações coletivas, quer metodológicas ou técnicas antes de uma inception ou planejamento. Muitas equipes deixam questões importantes como acordar boas práticas, frameworks, DoR, DoD, etc, para o acaso ou fragmentado entre diferentes pessoas e gavetas.

Assim como o jogo, este artefato ainda não parou de evoluir, a cada tanto mexo em algo de suas colunas e linhas, posto que a experimentação vai mostrando os caminhos. Mas está na hora de por a prova se ele é útil para muitas outras equipes e Agile Coachs, sendo para muitos já de conhecimento através aqui do Blog.

O formato final do Scrum Setup Canvas está como colado a seguir e os thumbs da apresentação em ppt está logo na sequência. Prometo que darei o máximo de detalhes dos meus 25 minutos de Trend Talk e interação com a galera logo após o evento encerrar, talvez o faça a caminho do aeroporto ou logo que chegar em POA.

Não garanto se é um Canvas a ser deixado a vista ou utilizado como aquecimento e depois defenestrado, caberá a empresas e equipes definirem, talvez alterar seus campos, mas tenho profunda convicção de que é útil, posto que por enquanto não há uma alternativa equivalente.

Vou postar muito mais detalhes do jogo e deste Canvas assim que passe o Agile Trends, neste mesmo batcanal … é o tempo de ir a SP e voltar rapidinho  \o/

5ª aula de GP e Tópicos Especiais

Mais uma semana de aulas e a satisfação em dizer que amo muito tudo isso, pensar aulas participativas, com muito valor prático agregado, baseado mais em cases e fatos preponderantes de mercado que teoria, apontando a realidade esperada de profissionais do século XXI.

Compartilhei um super guia rápido de frameworks e boas práticas relacionadas a equipes ágeis na auna de Tópicos, facilitei a ideação e escolha do projeto que cada grupo de GP irá planejar, já construindo o elevator statement e termo de abertura.

 Tópicos Especiais em Engenharia de Software (5ª feira)

foi resultado de várias noites dormindo bem tarde, trabalhando em um volume de 10 páginas com um grande resumo de tudo o que conheço, aplico e recomendo sobre métodos ágeis, análogos e complementares, como adoção, planejamento de carreiras, Scrum, Kanban, XP, Design Thinking, Management 3.0 e DevOps.

Compartilho aqui via dropbox este super guia rápido, um resumão mais que completo com o conteúdo condensado de dezenas de posts aqui publicados sobre cada um desses temas, espero que baixe, curta e compartilhe, porque acho que ficou bem completo mesmo – [clique aqui para baixar o super guia rápido].

Gerenciamento de Projetos (6ª  feira)

A aula de gerenciamento de projetos inicia sempre da mesma forma, com uma revisão dos principais pontos ou referências acumulados nas aulas anteriores. Em uma disciplina tão densa, é uma forma de fixar os quesitos mínimos de cada conteúdo e a partir dele gerar as questões de provas.

Esta aula tinha como principal objetivo a prática de uma técnica para ideação e escolha de um aplicativo ou solução por cada uma das equipes formadas para este fim, entre 4 e 5 alunos, que desenvolverão o planejamento das 10 áreas do PMBOK usando diferentes técnicas, a maioria delas oriunda de boas práticas ágeis.

O quebra-gelo foi o da laranja, cada equipe listou palavras que uma laranja tinham relação ou lhe remetiam a laranja … primeiro fomos falando uma palavra por equipe e depois um integrante fez mímica e a galera tinha que descobrir qual seria a palavra que ele estava representando da sua lista … 🙂

Para ideação usei uma reinterpretação da árvore dos sonhos da dinâmica de Oficina de Futuro. A árvore possui raízes (problemas ou desafios), tronco (valor), galhos (barreiras e facilitadores). Alguns grupos idearam várias opções e outros de primeira escolheram um aplicativo a partir de sugestão de um deles. Sobre a copa resta espaço para informações sobre a ideia e tudo o que sabemos ou queremos, uma forma de registrar tudo e fazer deste brainstorming o ponto de partida para o nosso termo de abertura, para o qual usei Project Model Canvas.

Nesta aula, resgatei e insisti no papel de GP e equipes de TI, ao contrário do passado onde atendíamos os pedidos do cliente, hoje temos a responsabilidade de entender o problema, propôr e discutir alternativas, modelar e planejar soluções. Não somos mais um pizzaria atendendo pedidos, mas médicos, realizando diagnósticos, receitando e realizando procedimentos, não por deliberação do paciente, mas com a responsabilidade Lean de não jogar energia e dinheiro fora.

As imagens abaixo são os tópicos trabalhados, sempre com exercícios práticos, mas sem fugir dos fundamentos e teoria antes de cada experimentação. Aula não é para ser recreio, é para introduzir conceito e experimentá-los, quer para fixação ou para gerar pertença e discussão. A aula 5 foi gestão de inovação e portfólio, ideação e priorização, conceitos de Customer Development e o primeiro processo do grupo de iniciação do PMBOK – Termo de Abertura:

O feedback ao final foi legal, como nas aulas anteriores saio satisfeito por ter mantido a atenção e empenho da maioria, mas o processo é bilateral, de um lado o esforço de ensino e de outro o de aprendizado. Conceitos lúdicos, experienciais, vicariantes, construtivistas, tudo isso é para gerar o link entre estas duas pontas.

Savana Scrum – mutar conhecimento em algo útil vale o dobro

Ao final de cada treinamento ou workshop eu sempre chamo a atenção que para aquele evento ser realmente útil, alguma coisa ele instigará em nossa atitude, prática, comportamento, convertendo-o em ação e benefício a nós mesmos, à empresa onde trabalhamos, nas comunidades onde estamos inseridos.

Não é raro quando estamos em um evento, quer seja uma palestra, oficina, debate, entre outras oportunidades de compartilhamento e aprendizado, quando temos insights, imaginamos pontos úteis de melhoria em nosso cotidiano, mudanças em nossos fluxos de trabalho, processos, relacionamento ou produção.

É um ponto de reflexão relevante se vamos a eventos ou cursos de variados tipos e conteúdos, mas após assisti-los continuamos a fazer tudo como antes. Ainda mais quando ao fazê-lo temos diferentes insights, percebemos oportunidades, mas depois negamos a possibilidade de experimentar, tentar algo diferente e melhor.

Antes de mais nada, sempre no início dos cursos e treinamentos elogio quem trouxe bloco de notas (aos outros ofereço folhas e caneta), é obrigação de qualquer profissional ter algo onde anotar insights e dicas diversas, como citações, livros, conceitos, teorias e modelos, pois desenvolvemos mudanças e argumentos assim.

A possibilidade de conversão diminui com o passar do tempo, aquela energia gerada naquele momento, a cada insight ou percepção de benefício se arrefece a cada dia que passa sem uma ação que a resgate ou potencialize … esvanecendo até que desapareça em meio as atribulações do dia-a-dia.

Quanto a empresas, mais ainda, eu acredito em programas de replicação, logo, qualquer colaborador que vá a um evento tem a responsabilidade previamente acordada que na volta irá fazer um resumão daquilo que de melhor teve a oportunidade de assistir ou experimentar.

Em equipes ágeis, retrospectivas não são apenas para discutir falhas a melhorar, mas como melhorar continuamente, porque o foco não são apenas erros ou falhas, mas melhoria contínua de forma mais abrangente, introdução de novas práticas, técnicas, adoção de novos conceitos, experimentações.

É claro que capacidade absortiva diz muito respeito ao acumulo de diferentes conhecimentos que nos proporcionarão maior habilidade em ver oportunidades de melhorias, pois nem todo o conhecimento é convertido imediatamente em ação … mas são exceções que fazem a regra, normalmente geram oportunidades.

De toda forma, para tudo nessa vida devemos ter claro a estratégia, a cada novo conhecimento ou vivência que adquirimos, ter clareza se é útil ou não, como talvez tiremos melhor proveito, compartilhando e traçando planos de ação ou meios pelos quais podem se materializar em práticas e resultados.

Sempre se pergunte: Isso que estou aprendendo pode me ajudar a ser um melhor profissional e pessoa? Como converto isto em melhorias de algum tipo? Se é algo para o futuro, como não deixar isso cair no esquecimento? Como compartilhar com outras pessoas?