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O que aulas universitárias tem a ver com Agile

Quem me acompanha sabe que há cinco anos compartilho Ebbinghouse, Bandura, Piaget, Karasek, Tuckman, Kolb e muitos outros ícones da educação, psicologia, sociologia e outras “ias”, pois não é só de Takeushi, Nonaka, Shore, Fowler, Shuterland, Schwaber e outros gurus ágeis que métodos ágeis se mantém de pé.

Compartilhar a programação de minhas aulas é outra forma a meu alcance na demostração prática do uso de diferentes técnicas, jogos e dinâmicas de grupo para introduzir, fixar, debater, exercitar e (até) gerar conhecimento. Dada a densidade e desafio da disciplina de GP, decidi fazer posts ilustrando o que está rolando por lá na tentativa de equilibrar a teoria da ementa + exercícios + jogos.

Timeboxes, aulas, jogos, dinâmicas, tudo são como reuniões, temos que dedicar tempo suficiente para o seu planejamento e preparação, para a sua execução e pós, aprendendo e ajustando a cada iteração. O SCRUM só funciona se aplicarmos este conceito a cada reunião, assim como em uma aula universitária:

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Em outra disciplina – Tópicos Especiais em Engenharia de Software – já rolaram duas aulas, a disciplina é quase toda baseada em seminários, com aulas invertidas, há tópicos essenciais com variados desdobramentos – Agile, LPS, SBE e Transição.  Tanto na de GP quanto na de TE, auto-organização e pertença é a chave, transferir para a gurizada ao máximo o controle do que acontece em aula.

Disciplina de Tópicos Especiais em Engenharia de SW

Na primeira aula fiz a apresentação da ementa e programa, para então dividir os alunos em grupos informais para que cada um montasse seu Agile Subway Map. A opção por grupos informais era para que no caso de dar branco tivessem liberdade para entre eles, por proximidade ou afinidade, conversarem e seguirem adiante.

O resultado foi promissor, cada aluno encerrou a aula com uma folha A3 contendo de alguns a dezenas de postits representando cada um seus conhecimentos, habilidades, atitudes e vivências relevantes para seu momento e intenções relacionadas a seu trabalho. O exemplo que mostrei a eles foi o que montei a partir da palestra do Matheus Alagia sobre um de seus projetos de sucesso na DPE.

A escolha na criação de trilhas é flexível, cada um escolheu como separar seus conhecimentos, habilidades, atitudes e vivências, para minha surpresa alguns optaram por fazer um mapa em duplas. Em uma cor tudo o que já tiveram algum nível de contato, conhecem ou praticam, em outra cor tudo aquilo que ainda pretendem ou precisam conhecer e experimentar para seguir adiante.

A segunda aula fiz em um laboratório, para que todos tivessem acesso a internet, no quadro expus novamente as trilhas básicas de conhecimento propostas para a disciplina (Agile, Especificação por Exemplos, Linha de Produto de SW e Transição). Fiz a distribuição dos Mapas criados por cada um sobre seus conhecimentos e os próximos a serem adquiridos.

Novamente em grupos informais por proximidade, cada um analisou seu mapa, realizou pesquisas na web para identificar quais os principais assuntos de interesse e deram sugestões além dos quatro tópicos previamente sugeridos. Na sequência, todos puderam sugerir, discutir e agrupar-se em torno dos temas no quadro e acabaram constituindo grupos para os seguintes seminários a partir de Abril:

  • 3 relativo a Especificação – BDD, Planejamento de MVP e TDD
  • 1 relativo a LPS – Arquiteturas
  • 2 relativo a transição – COBIT/ITIL e Integração Contínua

Tive vários alunos ausentes, que terão que optar por outro mais um tema, como LPS e famílias de SW, versionamento e empacotamento, bem como Agile. A combinação a cada seminário, o grupo da noite apresenta seu trabalho e eu interajo o necessário para colaborar em cada assunto, com a turma podendo fazer perguntas, respostas e também trazer suas experiências.

Eu incentivo que convidem profissionais com experiência, eu mesmo sugiro alguns nomes a cada grupo, bem como o uso de dinâmicas de fixação pertinentes a cada tema. Nos semestres anteriores rolou tanto convidados quanto jogos e dinâmicas de grupo. O material necessário eu mesmo busco providenciar, como papel, adesivo, postits, canetões, etc.

O importante é o mesmo princípio que utilizo para equipes em projetos de desenvolvimento, é preciso ter um objetivo claro e é para ele que trabalhamos todos, neste caso aquisição e compartilhamento de conhecimento. A forma, a criatividade, a consistência, tudo está a serviço de metas e objetivos declarados.

Conhecimento, seguindo os princípios da Lei de Dude formulada por David Hussman, de nada adianta ter forma, volume e densidade, se não entendermos a natureza, fazendo do jeito certo e pelos motivos certos. Não existe aulas ideais, existem aulas evolutivas, quando alunos e professor se posicionam e melhoram.

Desenvolver um novo jogo equivale a escrever um livro

Pode ser um modelo de negócio ou um hobby, em ambos os casos é preciso ter crença naquilo que está fazendo, condição para continuar investindo e evoluindo em versões, bonecos ou play tests. Nada mais iterativo-incremental que livros e jogos … eles não surgem de repente, são fruto de muita interação e validação.

Eu diria que desenvolver um novo jogo é apaixonante quando temos em nós uma motivação lastreada em compartilhar algo em que acreditamos. Não é para ser uma decisão racional, mas fruto de uma construção temporal, algo que vai se desenvolvendo a partir de oportunidades e experimentação.

É semelhante a escrever um livro, pois exige muito tempo, dedicação e investimento. Assim como em um livro, desde a primeira linha até a primeira versão ou edição, passam-se meses de redação e experimentações, investimento, envolvendo várias pessoas, amigos, colegas, familiares, além de fornecedores.

Tanto um quanto o outro envolvem gráficas expressas, trabalho de ilustração, edição, editoração, muitas noites e finais de semana. Nos livros, meu recurso para validação de ideias e apresentação está no blog, enquanto para validar os jogos eu interajo com colegas, clientes, em eventos e comunidades de prática.

WWII – Meu primeiro jogo (World War II)

Um jogo que surgiu em meus treinamentos SCRUM ainda em 2011 enquanto scrum master de uma empresa aqui da região Sul. Um jogo bem simples, inspirado inicialmente no jogo Aviões 2.0 do Steffens e Prikladnicki, mas só consolidou após conhecer o jogo Scrumia de Wangenheim, Savi e Borgatto.

O objetivo era em menos de uma hora, no final de um curso SCRUM para gerenciamento de projetos ágeis, realizar uma prática tão divertida quanto elucidativa quanto a esquecer de entender o problema, individualismo, de focar na quantidade e não na qualidade, falta de comunicação e esquecer do cliente.

Eu entro em sala usando um chapéu verde camuflado estilo Australiano, um apito pendurado que uso para demarcar tempo ou pedir atenção e me identifico como sendo o cliente das equipes de 5 pessoas formadas para o jogo. Meu nome? General Audy, a procura de equipamentos, aviões e barcos militares.

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Cada equipe escolhe um facilitador, que irá receber os materiais, ajudará na organização e sempre que necessário para retirar impedimentos. Cada time pode se organizar como queira, para a cada avião, barco ou capacete entregue Ok, ganhar 1K, mas perder 1K para cada não entregue e 2K aos entregues e recusados.

Cada equipe recebe 3 folhas A4 (recicladas) e hidrocores para fazer protótipos, estimar tempos, organizar seu fluxo de trabalho para então fazer uma proposta de quantas unidades de aviões, barcos e capacetes é capaz de me entregar a cada 3 minutos, com 3 iterações previstas. Eles tem 5 minutos para este planejamento;

O plano de cada equipe é apresentado, informando quantas unidades de cada um dos três elementos – barcos, aviões, capacetes – entregarão a cada 3 minutos, sempre seguindo o piloto e o feedback dado pelo cliente (eu). No início de cada iteração eles pegam o número exato de folhas conforme o planejamento e …

Aviões, barcos e capacetes possuem capacidade, requisitos, características que devem ser levadas em consideração. A cada iteração, pegam o material, se organizam, executam, entregam (ou não) e recebem bônus ou penalidades. No fim, Sprint review e retrospectiva, sempre com grandes reflexões e aprendizados.

Bamboo Challenge

Este game foi idealizado para o II Moot InterAmericano em Osório entre 31/12 e 04/01, oferecido aos 1200 jovens escoteiro de países latino-americanos com idade entre 18 e 20 anos. Gostei tanto que acabei adotando, guardando as taquaras, mantendo rolos de sisal em casa, já rodei em diferentes edições de Agile Games do TecnoTalks e do S2B do CI do TecnoPUC.

Um Agile Game diferente, com prototipagem, planejamento de tempo, matéria-prima, responsabilidades e metas, com aquisição do material planejado, distribuição de tarefas, pair para transferência de conhecimento, renegociação, conclusão e venda, com bônus e penalidades, por valor agregado ou falhas.

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Uma vez planejado, a produção acontece em 3 sprints de 15 minutos cada, intercalado com 5 minutos de review, retrospectiva e replanejamento. A cada Sprint as equipes produziam e ao final de cada Sprint apresentavam ao cliente o que conseguiram fazer e finalmente revisavam o planejamento, podendo alterar a altura proposta e se precisariam adquirir mais taquaras e sisal.

Após o final do terceiro Sprint, no caso de atrasos, cada minuto representava uma penalidade. Cada metro planejado e entregue (a partir de 3 metros) recebia bônus. Um Agile Game para espaços abertos, pois a meta é um mastro auto-portante que atinge de 2 a 5 metros de altura, assim como podem cair ou vergar … um jogo que eu adoro aplicar e que simula cada passo de um projeto SCRUM real.

Banco Intergaláctico – ATM ou POS

Este eu construí do zero, a procura de um jogo completo SCRUM para treinar as equipes de uma grande instituição financeira. O mote era realizar o Release Plan após um Project Model Canvas e uma certificação em PCT (papel, cola, tesoura e canetinhas), para executarmos 2 ou 3 sprints construindo o MVP do projeto.

O fundo de cena é um banco intergaláctico querendo colocar ATM’s (caixas automáticos 24H) em cada planeta e asteróide para saldo, saque, pagamento e extrato, na edição na Virada Ágil do Agile Brazil 2016 eu fui com um cosplay do Darth Vader, que era o cliente, dono do banco, querendo se regenerar.

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Com user stories, prioridades para o cliente e um hardware feito em papelão para os caixas automáticos, adquiridos na China com hardware específico para tela, teclado, saída da impressora e câmera, a serem respeitados em suas dimensões e características, devidamente validados pelas equipes durante o projeto.

As telas e relatórios de extrato e recibo de pagamento são construídas usando papéis de diferentes cores, tesouras, postits, cola e um estojo de canetinhas hidrocôr. Um paiol de oportunidades para experienciar e entender cada um dos princípios ágeis e regras do método SCRUM.

O jogo é um sucesso como exercício prático, quer na versão ATM ou POS, em versões para treinamentos de 8Hrs ou 16Hrs, um pouco mais focados ou mais sofisticado. Os aprendizados são os mesmos do WWII, mas o uso de um protótipo de ATM com telas e relatórios aproximam a galera de algo do seu cotidiano.

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Este jogo é bem mais complexo para o instrutor, porque necessita de muito mais preparação e simulações, inclusive com um pack de user stories, o project model canvas, além do material para o Release Plan e Retrospectivas. Fiz duas rodadas de pilotos e já rodou umas 20 edições no ano de 2016 para diferentes clientes.

Desafio ToolBox 360º

Este é meu xodó no final de 2016, início de 2017, exigindo investimento em várias formas e recursos, mas é uma peça importante na construção de uma proposta diferente para o mercado, que iniciou com o livro ToolBox 360º no final de 2015. Um guia com 70 boas práticas e técnicas reconhecidas em projetos.

A principal motivação foi minha disciplina de Tópicos Especiais em Engenharia de Software, pois durante o semestre rolam alguns games durante as aulas, além do uso de Agile Subway Maps e Mapas de arquitetura e tecnologia. Queria algo ainda mais ilustrativo e pedagógico, este ano de 2017 o usarei pela primeira vez em aula.

A previsão de lançamento está agendado para o Agile Trends 2017 em São Paulo, para o qual terei o apoio da empresa que escolhi trabalhar em Junho/2013 e comecei como consultor em Julho/2014. Desde então, tenho viajado o Brasil ministrando cursos e implantando equipes e projetos SCRUM  \o/

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O mote era um jogo que instigasse à galera a conhecer as mais de 70 boas práticas sugeridas no livro e no blog, se utilizando de técnicas de ludificação, com desafios individuais e coletivos, com traços de competição e colaborativos. Cada jogador precisa conhecer cada vez mais as técnicas disponíveis para avançar e ganhar.

O jogo possui duas instâncias, a primeira se utiliza do perímetro do tabuleiro em que a cada rodada do segundo os jogadores avançam com suas fichas para vencer. O segundo se utiliza de cenários/desafios a serem atendidos com as cartas de cada jogador. Cerca de quatro cenários atendidos, um jogador pode ganhar o jogo.

É bem simples e divertido, onde os argumentos de cada jogador, o entendimento de cada desafio e o equilíbrio para encontrar a melhor solução possível a cada rodada com as cartas, fazem os jogadores avançarem com suas fichas pelas mais de 30 posições existentes no perímetro até o seu final.

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Qualidade é grátis! – Philip Bayard Crosby

Assim como já fiz posts sobre Deming e Juran, estava devendo um sobre Crosby, apenas para registro aqui no blog, porque curto muito tentar entender os norteadores que aos poucos nos levaram ao que somos hoje. Entretanto, ao contrário de Deming e Juran, protagonistas na revolução protagonizada pela Toyota no Japão, Crosby atuou no mercado americano a partir da década de 50.

Foi um filósofo e destacado consultor americano, Philip Crosby desenvolveu conceitos práticos para definir, gerenciar e comunicar qualidade em processos fabris. É dele o livro “Quality is free” de 1979 e a partir de sua influência nesta área criou uma consultoria que chegou a atender a metade das maiores empresas americanas na década de 80.

Assim como Juran ou Deming, partia da premissa de que pensar qualidade como controle e correção era sinônimo de desperdício, pois a prevenção e o esforço em fazer certo e construir com qualidade desde o início é o desafio a ser atingido. Este post não faz juízo de valor, ele foi um ícone sobre cultura de qualidade.

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Mais que isso, de forma ímpar, ele defendia que este modelo mental focado na responsabilidade e engajamento de todos em fazer o seu melhor desde o início é uma responsabilidade primaz dos gestores. Um programa de qualidade é o resultado de uma política e estratégia organizacional, ela não pode ser resumida a pressão e esforço em técnicas para busca e solução de erros.

A seguir minha interpretação sobre sua abordagem dos anos 80, relacionado ao custo da qualidade e a busca pela excelência na construção com “Zero Defeito“:

1. Gestão – Qualidade começa pelo entendimento e comprometimento da gestão, também com a criação de políticas e substrato alinhados a este conceito;
2. Melhoria contínua – Uma equipe multidisciplinar composta por todas as áreas envolvidas devem reunir-se e focar em melhorar a qualidade;
3. Métricas – Devem existir métricas auto-gerenciadas pelas próprias equipes envolvidas, que devem pensar em prevenção;
4. Prioridade – Devemos estar atentos a priorização das ações em relação ao custo da qualidade, naquelas de maior e melhor retorno de valor;
5. Disseminação – É imprescindível que qualidade seja fruto da disseminação entre todos os envolvidos, que devem discutir e entender estes motivos;
6. Solução – A discussão sobre os problemas não deve focar em responsabilizar ou bonificar, mas sistematizar a percepção, antecipação de melhorias;
7. Zero Defeitos – Estabelecer um programa de gestão do conhecimento da qualidade transversalmente a toda a organização para produção com qualidade;
8. Capacitar – Saber ter bons profissionais nas posições adequadas, preparando-os para que façam um bom trabalho e cresçam como profissionais;
9. Dia Zero Defeitos – Promoção recorrente do conceito, políticas, programas;
10. Metas – É preciso estabelecer metas e desafios de curto, médio e longo prazos;
11. Remoção – As equipes devem reportar as causas que impeçam o seu trabalho ter mais qualidade;
12. Valorização – Ele não defendia bônus, mas reconhecimento e valorização;
13. Revisões – Realizar reuniões de acompanhamento
14. Reciclar – Uma cultura de qualidade se dá pela repetição e renovação, estabelecer um programa exige esforço contínuo, quer de seus comitês, participantes, técnicas, precisa manter-se vivo em todos os envolvidos.

Livro “Qualidade é Grátis!”

O livro é um marco nos conceitos de gestão da qualidade, além de suas convicções, curiosamente propôs um assessment, mais ou menos como abaixo descrito, que deveria ser respondido [Sim|Não] em relação a empresa, área ou trabalho:

1. Qualidade é uma medida de resultado do produto, que pode ser definido como bom ou excelente?
2. A economia da qualidade exige que a administração estabeleça níveis de qualidade aceitáveis como padrões de desempenho?
3. O custo da qualidade é a despesa em fazer coisas erradas?
4. A inspeção e o teste devem reportar-se à fabricação para que a fabricação possa ter as ferramentas adequadas para fazer o trabalho?
5. A qualidade é da responsabilidade do departamento de qualidade?
6. As atitudes dos trabalhadores são a principal causa de defeitos?
7. Tenho gráficos de tendências que me mostram os níveis de rejeição em cada operação chave?
8. Eu tenho uma lista dos dez maiores problemas de qualidade?
9. Zero defeitos é um programa de motivação do trabalhador?
10. O maior problema hoje é que os clientes não compreendem?

As respostas esperadas por ele: 1N 2N 3S 4N 5N 6N 7S 8N 9N 10N

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Resumo de quatro anos e meio de TecnoTalks

Eu vim para o TecnoPUC, enquanto coordenador da área de produtos digitais de uma empresa de comunicação Gaúcha, ocupando o quinto andar do prédio 99A, prédio conhecido como portal do parque, que já concentrava em torno de 100 empresas e 5mil pessoas, materialização da alegoria de Hwang, uma RainForest.

Acredito demais em Hwang, um parque tecnológico é uma grande floresta tropical, com uma variedade de seres vivos, que ganham força, crescem e se multiplicam a partir do entre-choque entre eles, gerando energia e vida – multinacionais, nacionais, regionais, startups, de produtos ou serviços.

e=mc2 | energia gerada a partir de “pessoas” em movimento, pessoas físicas, eu, você, no TTalks hoje somos 2116 pessoas e a cada evento cresce mais um pouco. Impossível não sentir a energia em um TTalks

Fiquei impressionado com o mundo de possibilidades que o parque oferecia, não só em networking, mas em participação, em especial duas empresas chamavam a atenção (DBServer e Thoughtworks), pelos mesmos motivos – Agile, acolhimento humano, compartilhamento de conhecimento, pessoas ligadas no 220V.

Em Junho de 2012 eu mandei um email para o Paulo Caroli da TW e o Eduardo Peres da DB convidando a iniciar uma comunidade de prática, alguns eventos depois acabou sendo batizada de TecnoTalks (Tecno de TecnoPUC e Talks de palestras). De lá para cá, mais de 40 eventos, totalizando mais de 60 noites de diferentes compartilhamentos.

Quem são seus bruxos? Somos a média das pessoas que nos inspiram e seguimos, interagimos e pareamos. Quem são eles? E quais os motivos e chances que você gera para ser um deles para outras pessoas, colegas, amigos, jovens estudantes

Peres e Caroli, dois dos meus gurus e inspiração na época pouco ou não me conheciam, o convite era um sinal de respeito e admiração, com o objetivo de iniciar uma comunidade baseada em princípios ágeis, auto-organizada, sem fins comerciais. Outras referências para mim participaram dos primeiros eventos – Daniel Wildt, Rafael Prikladnicki, Luiz Parzianello, Alejandro Olchik, Guilherme Lacerda, entre outros.

Desde Julho de 2017, ajudei a organizar 100% dos eventos e participei de 99% deles, fruto de meu sangue escoteiro, gerando oportunidades para jovens e jovens a mais tempo dispostos a aprender e ensinar, experimentar, sair da zona de conforto, fazer a diferença na vida de outras pessoas, ampliar networking.

Participar de uma comunidade como TecnoTalks, é como participar de uma confraria, receber a cada evento a energia de sorrisos, abraços, confidências de parceiros de viagem, isso não tem preço!

Os temas fluem a partir de provocações abertas e coletivas no grupo do Facebook:

  1. Um post propondo um tema e convidando quem quer ajudar a organizar – Não são aceitos eventos privados, fechados, comerciais, sem participação;
  2. No caso de haver parceria, um almoço ou um hangout é suficiente para cada um assumir uma responsabilidade – sala, material, coffee, um contato;
  3. A reserva no TecnoPUC é feita por mim ou por uma pessoa que atue no parque e seja reconhecida pela administração (será o responsável);
  4. Feita a reserva, 24Hrs antes é preciso enviar a lista com todos os nomes para liberação junto a segurança do parque;
  5. O responsável poderá retirar a chave e cabos da sala reservada momentos antes (eu sou professor na FACIN e também utilizamos a 516 e 517 na FACIN);
  6. No dia, todas as regras do ecossistema devem ser respeitadas, organização, ruído, acessos limitados, limpeza, integridade;
  7. Aí é receber a galera e fazer um bom evento, com gostinho de quero mais, provocando os novos a propôr áreas de conhecimento para os próximos e serem protagonistas.

A seguir uma lista de posts em que desde 2012 compartilhei cada evento, sempre buscando inovar, surpreender, com lightning talks, com fishbowls, open spaces, world coffee, workshops, painéis, debates, mini-cursos, parcerias, replicações, sempre evitando produtos e serviços, somos uma comunidade de prática, se quiser vender produto ou serviços, o TecnoPUC alugará uma sala para você 🙂

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É claro que cada consultor ou profissional está se “vendendo” de alguma forma, isso chama-se networking, no business model canvas ou you é a célula de “relacionamento” e “atividades-chave”. Participamos de uma comunidade de prática para aprender e ensinar, mas também para sermos vistos, entendidos em nosso potencial e valores para as outras pessoas, mercado, mundo.

CoP é puro networking, eu curto uma citação ao escritórios de carreira da PUCRS, é sim preciso e importante que tenhamos clareza no interesse e valor em participar, mas interesse não é ser interesseiro!

Inicia mais um ano de TecnoTalks com três noites sobre planejamento de carreiras, evento construído a 20 mãos, como tem que ser, proposto no grupo através de posts e enquete, com várias pessoas querendo e podendo ajudar a organizar e palestrar, jamais um evento particular. Jan/2017 = Kellen Munhoz, Lucia Giraffa, Leticia Garcia, Vivian Pedó, Lisiane Touguinha, Erica Martinovski, Dilamar Sales, Alexandre Silva, Karina Kohl, Elza Silva, Claudio Matone, … \o/

17/01/17 – Planejando Carreiras – Felicidade e discriminação
18/01/17 – Planejando Carreiras – Networking e soft skills
19/01/17 – Planejando Carreiras – Planejamento

TECNOTALKS:
Grupo FaceBook = http://www.facebook.com/groups/tecnotalks/
18/07/12 – Open Space no TecnoPUC – Cartaz Ata
20 a 24/08/12 – Semana LT’s e FishBowls – dia1, dia2, dia3, dia4 e dia5
25 e 27/09/12 – III TecnoTalks – divulgação, 1º Dia, 2º Dia: pré e pós
24/10/12 – IV TecnoTalks – 1º Dia – Introdução RoR
28/11/12 – TecnoTalk 5 – Divulgação, 1ª Noite, 2ª Noite, 3º dia RHoK
04/12/12 – UStream do Lean StartUp Conference San Francisco
09/12/12 – Ação da Onda Sócio Ambiental em Gravataí
11/12/12 – Tecnotalks 6, diferente de tudo o que já fizemos – pré e pós
20/12/12 – 6 meses de tecnotalks e detalhes 6º TecnoTalks / depoimentos
26/12/12 – McKenna tinha razão
14/01/13 – Reunião comissao especial Tecnotalks 2013
07/03/13 – 1º GUMA-TecnoTalks Dojos (divulgação)
20/04/13 – Idéias em Produção (Falando sério sobre dojos) – 8º TecnoTalks
11/06/13 – 9º TecnoTalks – Dia 11/06, 3ªfeira
18/07/13 – 10° TecnoTalks – Divulgação + Relato completo com fotos
19/07/13 – O melhor Tecnotalks entre tantos inesquecíveis
07/08/13 – Manifesto Luca Bastos – divulgaçãorelato do evento
20/08/13 – 13° TecnoTalks + GUGC – divulgação relato do evento
07/09/13 – 14° Tecnotalks vamos planejar gestão do conhecimento
16/09/13 – TTalks FACE e FACIN – divulgação 1 – divulgação 2
22/10/13 – FACE/FACIN – 1ª noite do 15° TecnoTalks
23/10/13 – FACE/FACIN – 2ª noite do 15° TecnoTalks – chamadarelato
09/11/13 – Open Data e Smart City no TecnoTalks – chamada
18/11/13 – Startup Dojo de aniversário da RAIAR – chamada – relato
26/11/13 – Inception do http://www.tecnotalks.com.br/
29/01/14 – 1º Pic-Nic do TecnoTalks no TecnoPUC – chamada relato
16/04/14 – TTalks sobre Gamification e Gamestorming – chamadarelato
25/04/14 – Vamos falar de lagartas e borboletas
29/04/14 – Startup Dojo com Luis Cipriani do Twitter
03/06/14 – Service Thinking – #1 Evento#2 Conceitos e #3 Visão
16/07/14 – Tecnotalks 2 Anos – Divulgação, Comemoração e Relato
26/08/14 – ASL e TecnoTalks – Startup Livre Dojo
13/09/14 – Prototipar Hardware – Tecnotalks Arduino de 27/10/14
18/11/14 – Pré-TTalks Agile SubWay MapTTalks Subway Maps 27/11
21/01/15 – 1º TecnoTalks de 2015é com o POA Neters (relato pós-evento)
05/02/15 – 11/02 – Happy hour TecnoTalks esquentando os tamburins
26/02/15 – GUMA e TecnoTalks é nitroglicerina
01/04/15 – Relato sobre o POA startup talks na RAIAR
30/07/15 – Tecnotalks Vamos Falar de Empreendedorismo
09/09/15 – Vamos falar de empreendedorismo II
29/09/15 – Global TPUC – Prévia – Programa Inauguração
07/10/15 – TecnoTalks 06/10 – LEGO Serious Play
08/11/15 – TecnoTalks 24/11 – 12º Troca de Cartões do CRA-RS
23/11/15 – Vamos falar de Empreendedorismo – BMC/LC
25/11/15- CONECTE.ME – Uma nova dinâmica de networking
30/11/15 – 12ª Troca de Cartões ainda gerando valor e reflexões
22/12/15 – Elevator pitch N x N no próximo troca de cartões
11/03/16 – GUAN/TecnoTalks – Papel de HRBP / lição aprendida
12/03/16 – 29 de 03 – TTalks Realidade virtual / Relato
09/08/16 – Mais um TecnoTalks sobre empreendedorismo
17/08/16 – BPW/TTalks – Business Dojo divulga relato extra
24/09/16 – Vamos falar sobre inteligência de negócios
25/09/16 – Semana acadêmica FACIN 2016 divulga info relato
20/10/16 – BI, Big Data, Data Mining e Data Science
02/11/16 – Desenvolvimento mobile – divulga – vídeos/relato
16/12/16 – PHP Laravel – divulgaçãorelato

Quadrantes Mágicos – Imagens valem mais que listas

Todo mundo conhece o conceito praticado pelo Gartner para ilustrar suas análises de produtos e serviços de mercado, onde temos a Capacidade em Executar versus a Plenitude da Visão, gerando quadrantes para Líderes de mercado, Desafiantes, soluções Visionárias e soluções de Nicho.

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O conceito de quadrante mágico é usado a décadas das mais diferentes formas, mudando-se o significado de seus eixos e desta forma estabelecendo variadas interpretações para seus quadrantes. Há dezenas deles para nossas necessidades, mas se for o caso você também pode criar os seus, é só entender o conceito.

O mesmo conceito diagramático, pode ser usado para diferentes análises e diagnósticos. Por exemplo, tenho jogos de auto-diagnóstico com eixos de Crença e Execução, analisando princípios, boas práticas, tecnologia, etc. Uma forma de avalizar o que dizemos crer versus o que fazemos, visando o debate e evolução.

O exemplo abaixo mostra um quadro para auto-avaliação, apontando acreditar em todos os princípios, talvez justificando-se por não exercê-los por culpa do chefe, cliente, tecnologia, cultura. Uma dinâmica que criei para sacudir, ativar insights e quebrar resistências a pensar diferente e avançar. Uso muito!

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Muitos outros warmups que utilizo possuem leituras cartesianas e quadrantes, como o famoso SWOT – Y como Alçada (externa – interna) e eixo X como Força (Pontos fortes e fracos). Outro exemplo é a janela de JOHARI – eixo X interno e o eixo Y externo. Leitura que podem analisar uma pessoa, time, empresa, produto, serviço e muito mais, ajustando o foco ou quem sou “Eu” e “Outros”.

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Outra cartesiano com quadrantes é o de alçada e relevância para uma discussão sobre mudanças, melhoria contínua e ajustes. O eixo Y é relevância/valor, quanto mais importante mais acima, enquanto o eixo X é de alçada e quanto mais para a direita quer dizer que está mais sobre nosso próprio controle.

Não é incomum sairmos de uma retrospectiva, uma instrospecção do time em relação a dinâmica de seu trabalho, pontos fortes e a melhorar no próximo ciclo com proposições para a empresa, para o cliente, etc, menos para nós mesmos, sempre cheios de justificativas e reclamações. Este modelo nos lembra que sempre haverá algo a melhorar em nós …

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Para priorização de forma geral, quer produto, projeto, serviço, focado em tática ou execução, é possível modelar um quadro de priorização versus urgência. Esse quadro pode ser usado junto a sua mesa de forma a priorização permanente, revisada no início de cada dia e para nos lembrar qual deveria ser o foco.

Para quem conhece a técnica Pomodoro, no início de cada dia organizamos nossa lista de prioridades, este quadro visual pode ser usado para este fim, lembrando que em cada quadrante a ordem é de cima para baixo e o quadrante mágico é o da direita superior – muito urgente e muito importante:

quadrantemagicodepriorizacao

Há quadrantes mágicos que explicitam uma análise de Produto x Mercado para análises de estratégia e negócios, também para embasar investimento, que também podem contar com uma matriz de Custo x Benefício. Tudo depende da necessidade, estratégica, tática ou técnica, é um desafio escolher a melhor matriz.

Várias delas usamos por algum tempo, quer para estratégia, tomada de decisão, usando como lembretes, aguardando introjetar uma mudança de modelo mental ou na adoção de novas e boas práticas. Nestes casos, as explicitamos visualmente por tempo o suficiente para se tornarem já desnecessárias.

mapa-mercadoxproduto-custoxbeneficio

Em estratégia há matrizes diversas, diferentes autores decidem construir uma matriz própria que atenda sua necessidade, sempre lembrando Shu-Ha-Ri, antes de criar sua matriz tente entender o porque tantas empresas, profissionais e gurus usam as que ai estão postas … é um buffet, tem frango, boi, peixe e vegê!

A seguir mais dois, um para esclarecer riscos ou consistência de uma estratégia ou tática, outro para explicitar quais são os valores críticos para a organização versus complexidade, constituindo-se um quadro de sustentação de decisões anacrônicas … são só exemplos, há outros tantos:

matrizestrategica

Um quadrante mágico clássico preconizado pelo PMBOK e muitas vezes utilizado por equipes ágeis é o mapa qualitativo de riscos, contendo eixos de Impacto e Probabilidade, de forma que quanto mais para a direita temos um maior impacto e quanto mais para cima é porque é ainda mais provável acontecer.

riscos

A moral da história é que raramente uma lista nos oferece uma visão clara e ampla da situação, por exigir leitura, análise e conclusões. Utilizando um eixo cartesiano é possível dar uma maior amplitude e sustentação na visão do que se quer entender, planejar ou gerenciar.

Roda da Vida – Reflita e faça o melhor 2017 de sua vida

Você tem um plano? Você tem metas de curto, médio e longo prazo? Onde você estava a cinco anos atrás e onde queria ter chegado em 2016? E para 2017, mais do mesmo? Você prefere não tentar porque pode dar errado? Mas e como está?

Muita gente está no piloto automático e já não pensa mais em nada disso, vive o dia, espera o salário no final do mês e as férias no final do ano, velhos e jovens reclamando da vida, esperando se aposentar, torcendo para chegar rápido.

Saia do piloto automático, faça para você o que fazemos por empresa para quem trabalhamos, sonhe, planeje-se. Bata um papo com seus bruxos, desenhe sua Roda da Vida (tem um Excel no final deste post), SWOT, Johari, BMY, CHAx5.

roda-da-vida

Sapo na panela

Todo mundo conhece a história do sapo que entra em uma panela com água fria (aos 23 anos) e não percebe a temperatura subir (o tempo passar), alguns desses sapos ficam perdidos ao serem demitidos aos 35, outros só saem aposentados.

. O quanto está feliz e seu trabalho tem um propósito além do salário?
. O quanto você cresceu em 2016 e o quanto foi reconhecido por isso?
. O que aprendeu e o quanto isso o ajuda a crescer na carreira?
. O quanto você conta o mês até o final, até receber sua recompen$a?
. O quanto você acredita naquilo que faz, nos resultados e nos meios?
. Você tem orgulho do que faz com colegas, chefe e/ou chefiados?

Não seja o sapo que fica dentro da panela, acomodado, resmungando do calor, da empresa, dos colegas, do chefe … inquiete-se, vá atrás de novos conhecimento, habilidades, atitudes, seja um sapo diferente … pule para fora e vá ser feliz!

Era do conhecimento

Século XXI, ano de 2017 e muitos preferem ver sua profissão e trabalho como algo apenas relacionado a salário, como se fossem operários do século XIX, alguns tem orgulho em fazer aquilo que é esperado, cumprindo ordens, são bons operários … não é demérito, mas então a vida é boa, não fica reclamando, né.

Tem gente que chama sua acomodação de “estar satisfeito com o que tem”, orgulham-se por não se deixar envolver pelo stress de ter que melhorar. Mas o mundo está mudando rapidamente e pode ser que sua Zona de Conforto seja engolida a qualquer momento. Querer ser feliz é pré-requisito para não deixar!

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Networking

A chave das boas oportunidades para todos, com ou sem sonhos e planos, é um bom networking. Participe de uma interação mensal com o mercado, quer em um GU, CoP, fórum ou eventos maiores, conheça e se faça conhecer.

Se a cada mês analisar a agenda de eventos, a maioria gratuitos, você chegará à conclusão que vale a pena perder a novela ou o jogo uma vez a cada mês para participar de algo novo, aprofundar, compartilhar, conhecer gente.

A página de Agenda deste blog mostra um grande número de bons eventos, além de outros tantos que acontecem mensalmente. Três horas quinzenais já é nitro, então participe, interaja, debata, … energize sua carreira e seu dia-a-dia!

Premissas

#1. Seja fiel as suas crenças e princípios;
#2. Acredite em você mesmo, mas tenha parceiros de viagem;
#3. Sonhe e planeje um passo de cada vez, tenha metas de curto prazo;
#4. Incomode-se, sempre tente ampliar a sua zona de conforto;
#5. Você é um só, equilibre sua vida pessoal e profissional;
#6. Poucos limites são definitivos, tente superá-los;
#7. Preocupe-se com você e não com o que os outros vão pensar;
#8. Não tenha medo demais, arrisque e aprenda com seus erros;
#9. Somos mortais, faça hoje, não entre em postergação indefinida;
#10. Curta a viagem e seja Feliz! :o)

Se ao terminar este texto você chegou a conclusão que para você não tem jeito, que sua realidade é muito complicada, se achou justificativas ou racionalizou … sugiro estudar PNL, DL ou pelo menos um artigo sobre dissonância cognitiva.

Desejo a todos um 2017 cheio de mudanças para melhor, pare de culpar a Dilma, o Temer, não resolve nada, vá atrás de seus sonhos, um passo de cada vez! Não sabe por onde começar, estou a disposição, de repente rola até um TTalks sobre isso na terceira semana de 2017  \o/

Abaixo o link que eu prometi, mas ATENÇÃO, nada, absolutamente dispensa ou é melhor que uma reunião com sua rede, seus bruxos(as), pares, companheiros de viagem … mas artefatos ajudam, se você não conhecia, baixe aqui um Excel que é uma receita gráfica para a Roda da Vida (*) e outras técnicas, eu fico a disposição: – https://www.dropbox.com/s/mt9le5pa227aeih/roda%20da%20vida.xlsx?dl=0

(*) O objetivo desta e tantas outras técnicas e artefatos é nos fazer refletir, é dar um Norte para nossos pensamentos, o artefato em sí não vale nada, não resolve nada, não valorize o Excel nem deposite qualquer sorte nele que não seja a oportunidade de lhe fazer pensar no primeiro passo, mas depois siga em frente, porque nos veremos nessa estrada em breve se assim for 🙂

Grupo TTalks – https://www.facebook.com/groups/tecnotalks/

TecnoTalks 15/12 – PHP Laravel / Gulp / BootStrap

No dia 15/12 as 19:00 na AGES da FACIN/PUCRS – TecnoTalks sobre PHP com framework Laravel. Fica ligado que é um evento para bater um papo com quem sabe, aprender coisas legais, conhecer a agência experimental para engenharia de software da FACIN da PUCRS e fazer um bom networking.

Inscrições – http://bit.ly/ttalk-laravel
Evento – https://www.facebook.com/events/443350726052550

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Se quiser saber mais sobre PHP-Laravel, todos os vídeos da conferência LaraConf de 2016, organizado pela Laravel Brasil estão no YouTube – clique aqui!

O site da Laravel Brasil – http://www.laravel.com.br/

A comunidade Laravel está em https://laravel.com/