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O que aulas universitárias tem a ver com Agile

Quem me acompanha sabe que há cinco anos compartilho Ebbinghouse, Bandura, Piaget, Karasek, Tuckman, Kolb e muitos outros ícones da educação, psicologia, sociologia e outras “ias”, pois não é só de Takeushi, Nonaka, Shore, Fowler, Shuterland, Schwaber e outros gurus ágeis que métodos ágeis se mantém de pé.

Compartilhar a programação de minhas aulas é outra forma a meu alcance na demostração prática do uso de diferentes técnicas, jogos e dinâmicas de grupo para introduzir, fixar, debater, exercitar e (até) gerar conhecimento. Dada a densidade e desafio da disciplina de GP, decidi fazer posts ilustrando o que está rolando por lá na tentativa de equilibrar a teoria da ementa + exercícios + jogos.

Timeboxes, aulas, jogos, dinâmicas, tudo são como reuniões, temos que dedicar tempo suficiente para o seu planejamento e preparação, para a sua execução e pós, aprendendo e ajustando a cada iteração. O SCRUM só funciona se aplicarmos este conceito a cada reunião, assim como em uma aula universitária:

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Em outra disciplina – Tópicos Especiais em Engenharia de Software – já rolaram duas aulas, a disciplina é quase toda baseada em seminários, com aulas invertidas, há tópicos essenciais com variados desdobramentos – Agile, LPS, SBE e Transição.  Tanto na de GP quanto na de TE, auto-organização e pertença é a chave, transferir para a gurizada ao máximo o controle do que acontece em aula.

Disciplina de Tópicos Especiais em Engenharia de SW

Na primeira aula fiz a apresentação da ementa e programa, para então dividir os alunos em grupos informais para que cada um montasse seu Agile Subway Map. A opção por grupos informais era para que no caso de dar branco tivessem liberdade para entre eles, por proximidade ou afinidade, conversarem e seguirem adiante.

O resultado foi promissor, cada aluno encerrou a aula com uma folha A3 contendo de alguns a dezenas de postits representando cada um seus conhecimentos, habilidades, atitudes e vivências relevantes para seu momento e intenções relacionadas a seu trabalho. O exemplo que mostrei a eles foi o que montei a partir da palestra do Matheus Alagia sobre um de seus projetos de sucesso na DPE.

A escolha na criação de trilhas é flexível, cada um escolheu como separar seus conhecimentos, habilidades, atitudes e vivências, para minha surpresa alguns optaram por fazer um mapa em duplas. Em uma cor tudo o que já tiveram algum nível de contato, conhecem ou praticam, em outra cor tudo aquilo que ainda pretendem ou precisam conhecer e experimentar para seguir adiante.

A segunda aula fiz em um laboratório, para que todos tivessem acesso a internet, no quadro expus novamente as trilhas básicas de conhecimento propostas para a disciplina (Agile, Especificação por Exemplos, Linha de Produto de SW e Transição). Fiz a distribuição dos Mapas criados por cada um sobre seus conhecimentos e os próximos a serem adquiridos.

Novamente em grupos informais por proximidade, cada um analisou seu mapa, realizou pesquisas na web para identificar quais os principais assuntos de interesse e deram sugestões além dos quatro tópicos previamente sugeridos. Na sequência, todos puderam sugerir, discutir e agrupar-se em torno dos temas no quadro e acabaram constituindo grupos para os seguintes seminários a partir de Abril:

  • 3 relativo a Especificação – BDD, Planejamento de MVP e TDD
  • 1 relativo a LPS – Arquiteturas
  • 2 relativo a transição – COBIT/ITIL e Integração Contínua

Tive vários alunos ausentes, que terão que optar por outro mais um tema, como LPS e famílias de SW, versionamento e empacotamento, bem como Agile. A combinação a cada seminário, o grupo da noite apresenta seu trabalho e eu interajo o necessário para colaborar em cada assunto, com a turma podendo fazer perguntas, respostas e também trazer suas experiências.

Eu incentivo que convidem profissionais com experiência, eu mesmo sugiro alguns nomes a cada grupo, bem como o uso de dinâmicas de fixação pertinentes a cada tema. Nos semestres anteriores rolou tanto convidados quanto jogos e dinâmicas de grupo. O material necessário eu mesmo busco providenciar, como papel, adesivo, postits, canetões, etc.

O importante é o mesmo princípio que utilizo para equipes em projetos de desenvolvimento, é preciso ter um objetivo claro e é para ele que trabalhamos todos, neste caso aquisição e compartilhamento de conhecimento. A forma, a criatividade, a consistência, tudo está a serviço de metas e objetivos declarados.

Conhecimento, seguindo os princípios da Lei de Dude formulada por David Hussman, de nada adianta ter forma, volume e densidade, se não entendermos a natureza, fazendo do jeito certo e pelos motivos certos. Não existe aulas ideais, existem aulas evolutivas, quando alunos e professor se posicionam e melhoram.

2ª aula de GP – De programas a princípios

Pensei e estou postando cada aula da disciplina de GP, conforme acontecem neste semestre, esta é a segunda aula (Março/2017). Se você não leu a primeira, sugiro ler, pois o sequência tem uma razão – 1ª aula de GP, somos gerentes e somos o projeto.

Partindo do pressuposto de que a Curva de Ebbinghouse está correta, iniciei a segunda e cumulativamente começarei todas as aulas relembrando os tópicos relevantes que vimos nas aulas anteriores. Outra técnica é ir apresentando a teoria mais maçante em camadas, desde uma citação inicial em uma aula, um exercício ou overview em outra para então aprofundarmos e exercitarmos elas.

A revisão inicial no início da segunda aula relembrou fundamentos relacionados ao que é um projeto, a relação conceitual e prática entre PMBOK e SCRUM, o quanto é essencial entender o mínimo suficiente do problema, solução e critérios de aceitação antes de sair fazendo.

Principalmente, relembrei Alexander Osterwalder e o contexto relacionado ao planejamento de carreira, revimos a matriz SWOT, a necessidade de estabelecer uma visão (sonhos) de curto, médio e longo prazos, CHA (conhecimentos, habilidades e atitudes) e parceiros de viagem, de colegas a gurus, para então preencher seu Business Model You (BMY).

Introduzi o conceito de CHAx5 ou Team Competency Matrix para planejamento real relacionado a desenvolvimento de competências a partir de planos de ação sobre como melhorar seus conhecimentos, habilidades e atitudes. Entendimento que é requisito para a práxis do BMY, tirando o máximo de proveito dele.

Breve história da gerência de projetos

Projetos possuem responsáveis e são planejados, gerando planos que serão acompanhados e gerarão previstos x realizados desde o antigo Egito, com a diferença que naquela época usavam papiros ao invés de Excel e Project. Apresentei conceitos de corporações de ofício até a fundação do PMI em 69.

Falei sobre as condições que geraram a revolução industrial, sobre o modelo sustentado por mestres artesões e seus aprendizes, para chegar às estruturas organizacionais percebidas desde a revolução industrial no que tange a hierarquia e projetos – funcional, matricial, projetizada e hipertexto.

Discutimos rapidamente os conceitos e importância da gestão de portfólio, gestão de programas, gestão de projetos, sub-projetos e caracteristicas de parte a parte em relação a operações. Após discutir um pouco os conceitos e exemplifica-los, apliquei o jogo do BONECO que compartilhei no meu livro JOGOS 360º para discutir o que é um projeto e o que é um programa na prática.

Um histórico dos estudos sobre taxas de sucesso em projetos, como o Chaos Report do Standish Group, para então discutir os diferentes modelos de ciclo de vida de projetos – waterfall, iterativo-incremental tradicional e iterativo-incremental ágil baseado em equipes ágeis.

Fiz uma breve introdução sobre áreas de planejamento do PMI-RS e seus grupos de processos, relacionando-os ao framework SCRUM. Falei do modelo proposto pelo Gartner baseado no conceito de Pace Layered e TI Bi-Modal, refletindo um post do Mauro Sotille sobre a edição 6 do PMBOK.

Para fechar a segunda aula, apresentei e debati o manifesto e princípios ágeis, realizando uma dinâmica de auto-avaliação sobre o entendimento e o quanto cada um acredita e segue um a um, usando o conceito de quadrante mágico proposto no meu livro ToolBox 360°.

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A galera pediu que um jogo de quebra-gelo é importante quanto mais cedo no início da aula para dar uma acordada, também me pediram para explicar novamente a questão da avaliação através de provas e trabalhos e uma aluna questionou sobre como seriam os exercícios práticos de gestão de projetos – através de um projeto de A a Z (iniciaremos com a ideação e escolha de um projeto para cada equipe a ser formada, passando pelo planejamento ou discussão das 10 áreas, usando técnicas ágeis, até a execução de sprints e entregas de mocks).

1ª aula de GP – Somos gerentes e somos o projeto

A pedido, vou ilustrar rapidamente a primeira aula de Gerenciamento de Projetos para jovens de cursos de CC e SI em uma noite de sexta-feira, das 19:30 as 22:30. De antemão alerto que nada é por acaso em uma sala de aula, cada dinâmica, jogo ou energização, além de seus benefícios tangenciais de grande valor, devem ter um porque, preparação, execução e reflexão/aprendizado … eu acredito muito nisso!

Creio que metade da turma chegam com 5 a 15 minutos de atraso, porque a maioria já trabalha e tem que enfrentar o trânsito inclemente da Ipiranga em horário de pico. Após uma semana inteira de trabalho de dia e aulas a noite, meu papel é entender, energizar e manter o interesse em disciplina que tem muito a ajudar com conceitos e temas como empatia, foco em valor, práxis e agilidade.

Me apresento e digo qual é a disciplina, para caso alguém tenha entrado na sala errada, conto um pouco da minha trajetória como profissional. O quebra-gelo deste primeiro dia tem foco em mostrar que nossa carreira é nosso maior projeto, onde planejamos onde queremos chegar, uso o icebreaker do crachá, que aprendi em uma oficina de dinâmicas com a Mayra da TW, mexendo nele o necessário para atender a necessidade de valor em cada uso.

QUEBRA-GELO

Antes do quebra-gelo, apresento uma técnica que mitiga o desafio de grandes grupos, apesar de não ser uma dinâmica em equipes, sugiro que um a cada 6 ou 7 alunos, de forma auto-organizada, venha pegar postits grandes coloridos e canetas hidrocôr para si e seus colegas, uma técnica muito utilizada para rapidamente organizar em meio ao entendimento do que é auto-organização.

Em poucos minutos todos tem postit e hidrocôr em mãos, quando peço para fazerem um grande retângulo na metade esquerda do postit e acima dele coloquem seu nome de guerra, como gostam de ser chamados. A partir de agora farei com que eles interajam com diferentes colegas de toda a sala, a cada passo escolhendo aleatoriamente alguém para se apresentar e desenhando sua “foto”.

Alternadamente, com diferentes colegas, trocar seus crachá, evoluir os dados e desenho, destrocar e seguir adiante >>> [curso e semestre] > [desenhar os olhos do colega, com sobrancelha, óculos] > [qual seu cargo hoje] > [desenhar o nariz] > [onde quer estar/fazendo o que daqui a 5 anos] > [desenhar a boca] > [qual o seu hobby ou paixão] > [concluir o desenho fazendo a moldura, cabelo, barba, …]

Começo a chamar uma carreira desejada, de forma que todos que possuem o mesmo sonho formem nuvens, como GP, Governança, dev Games, dev Web, dev Mobile, Arquitetura, Segurança, Academia, … Novamente chamo a atenção para o que é nosso maior projeto, também para a técnica de clusterização, que nos permite em poucos minutos organizar com a participação ativa de todos um grande mapa com os crachás e sonhos.

Segue uma apresentação da ementa, conteúdo programático, bibliografia recomendada, avaliação via provas e trabalhos, mas o cunho construtivista até onde é possível, com foco em aproveitarmos ao máximo cada minuto. A noite de sexta já foi, será em sala de aula, qual a importância, relevância e valor para cada um em fazer valer ao máximo e construirmos juntos ensino e aprendizado 360º, sugerindo, debatendo, confrontando ideias e opiniões.

A ideia é não deixar rolar mais que 30 minutos sem exercitar os conceitos discutidos, seguindo o substrato do aprendizado experiencial de David Kolb, pelo aprendizado vicariante de Albert Bandura, no construtivismo de Piaget. Mas nada disso é hora do recreio, cada jogo tem um fim, para isso é preciso antecipar desafios ou conhecimento, pô-los a prova na prática lúdica e refletir logo após.

MARSCHMELLOW CHALLENGE ÁGIL

Se a disciplina é gerenciamento de projetos e a noite será dedicada a planejamento de carreira, o jogo Marschmellow Challenge Ágil propõe a importância de nos utilizarmos de empatia, entendendo o que se quer, onde se quer chegar e qual o critério para avaliar se o resultado foi atingido. Nada melhor que o Marschmellow em 3 sprint de cinco minutos para a construção de torres de comunicação para o exército do General Audy.

Eu coloco um chapéu camuflado e uso um apito para demarcar cada ciclo, sou o cliente, quero torres de comunicação, faço pressão por resultados, é fundamental entender a frase de “Eu Robô” quanto a “Minhas respostas são limitadas, portanto faça as perguntas certas.” Gerenciar projetos é saber fazer as perguntas certas, quer nossa carreira, férias, filhos, um novo app ou um ERP, projetos exigem empatia com o cliente para saber o que atende o problema, qual é o valor.

Auto-organização, um representante de cada equipe pega em uma mesa lá na frente um punhado de espaguete, uma tesoura e um rolo pequeno de durex, além de caneta e papel para o planejamento. Eu dou 10 minutos em dois ciclos de 5 para que se organizem, me perguntem o que quiserem, para então desenhar ou escrever o que farão em cada um dos três ciclos de 5 minutos que terão.

Sou o cliente e lhes informo tudo o que querem saber sobre o que eu quero, mas esquecem de saber qual é o meu problema (história do usuário / valor), como eu testarei a torre (critérios de aceitação), critérios para escolha da melhor torre. Nos envolvemos em questões técnicas … cito Dado Schneider, “O mundo mudou, bem na minha vez”, porque agora usamos o capital intelectual de todos, que devem usar seus conhecimentos a favor do sucesso de cada passo do time.

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PLANEJAMENTO DE CARREIRA

O primeiro passo é entender o que é um projeto, o que diferencia um projeto de uma operação. O primeiro é algo com início, meio e fim, contendo um objetivo relevante e singular, para o qual é preciso gerir recursos e atividades necessárias. Operações são atividades continuadas e repetitivas, e é neste quadro comparativo que discuto carreira, que na prática é um programa ou mesmo um portfólio de variados projetos, que se geridos conjuntamente tendem a gerar maior valor.

A maioria dos  profissionais que conheço possuem desejos e reclamações, mas não possuem planejamento. Retomo Dado Schneider, “O mundo mudou, …” para discutir diferentes abordagens sobre o papel de profissionais do conhecimento, retomando paradigmas da revolução industrial até hoje, conceitos discutidas em “equipes de alta performance”, “equipes ágeis”, há muita discussão de valor.

Reconheço que vejo nos olhos de alguns poucos a mesma expressão que vejo em cursos Scrum Brasil afora, um certo desconforto ou até mesmo contrariedade, como se não merecessem ouvir estas provocações, mas os trato como a qualquer colega, cliente ou amigo, profissionais do século XXI. Se já sabem e já fazem, legal, excelente, mas assim relembram alguns fundamentos e princípios básicos.

Profissionais de perfil T ou Pi, é o que somos, buscamos profundidade em conhecimentos e habilidades que nos tornam especialistas, mas com a haste horizontal que nos distingue de operários do século XX, nossa amplitude de conhecimento. Falo muito e compartilho muito a minha crença de que estamos no lugar certo na hora certa, no maior ecossistema acadêmico-empresarial do Brasil.

Afora o TecnoPUC, apenas o Porto Digital tem tanta força, semanalmente rolam eventos, programas de qualificação, estágios, vagas, temos o espaço de coworking, a incubadora RAIAR, o CriaLab, uma dezena de programas do Centro de Inovação, e mesmo que não possam aproveitar tudo, como podem aproveitar o ecossistema a favor de seus planos para conquistar o mundo no menor espaço de tempo \o/

Começamos por um bom WarmUp, uma matriz SWOT ou FOFA, uma discussão com exemplos conceituais e práticos, cases para forças e fraquezas, situações que representem oportunidades e ameaças. O objetivo é aquecer sinapses, começar a refletir de forma ampla, o mais aberta possível sobre si mesmo e o seu entorno, para então começar a dirigir estas reflexões para uma modelagem de carreira.

Alexander Ostherwalder ao especializar seu best seller “Business Model Generation” para carreiras, criou o canvas de modelagem de carreiras “Business Model You”, semelhante a forma como modelamos negócios emergentes. Eu inclui algumas premissas, ícones e substrato a partir de reflexões sobre os três eventos TecnoTalks de Janeiro deste ano – Sonho, CHA e gurus!

Afora isso é o Business Model You, propondo que conversem com os colegas ao lado, pois conversando e trocando experiências é possível ir muito além, fruto da sinergia entre diferentes vivências, expertises. Insisti muito com meus conceitos aplicados de Parceiros de Viagem, oriundos de anos de Agile Coaching, sempre somos mais quando somamos forças.

Uma aula que dá o tom do semestre, realizaremos dezenas de dinâmicas, jogos e exercitaremos diferentes técnicas e boas práticas, sempre alinhadas a uma ementa sobre gerenciamento de projetos, o substrato são as dez áreas de conhecimento e planejamento do PMBOK, seus cinco grupos de processo e muito, mas muito mesmo de Scrum, SAFe e princípios e técnicas ágeis.

Vamos fazer startup dojo para escolher um projeto, vamos fazer modelagem das ideias escolhidas, inceptions dos projetos, vamos entender e modelar cada uma das áreas utilizando boas práticas, sempre baseadas em auto-organização, em empatia e Teoria da Equidade. Para isso vou trazer um tanto de Design Thinking, de Lean Startup, tanto quanto PMBOK e variadas técnicas em projetos.

Após algumas aulas, teremos novamente as paredes assim como a foto abaixo, porque a cada aula levo um rolo de papel pardo e branco, muitos postits, hidrocôr, fita crepe e meu kit básico para Agile Coach aprendiz de feiticeiro que me acompanha a 8 anos. O quórum cresceu, este semestre são 40 alunos de quinto semestre, este ano será um desafio especial manter o nível de interação \o/

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Último TecnoTalks de 2016 foi sobre PHP-Laravel

Mais um ano de bons eventos, encerrando com um evento técnico sobre PHP Laravel e GULP. Foram só 9 eventos, principalmente porque foi um ano rico em outros eventos, nacionais e regionais de muita qualidade, a diferença é que a proposição e execução foi da galera, que pilhou, organizou e fez acontecer.

11/03/16 – GUAN/TecnoTalks – Papel de HRBP / lição aprendida
12/03/16 – 29 de 03 – TTalks Realidade virtual / Relato
09/08/16 – Mais um TecnoTalks sobre empreendedorismo
17/08/16 – BPW/TTalks – Business Dojo divulga relato extra
24/09/16 – Vamos falar sobre inteligência de negócios
25/09/16 – Semana acadêmica FACIN 2016 divulga info relato
20/10/16 – BI, Big Data, Data Mining e Data Science
02/11/16 – Desenvolvimento mobile – divulga – vídeos/relato
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5/12/16 – PHP Laravel + GULP + Bootstrap

Esta última edição foi proposta pelo Kelvyn Carbone, que contou com a adesão e parceria do Maurício Andreazza e Giuseppe Menti.

Laravel é um Framework PHP de alta produtividade, seguindo boas práticas para desenvolvimento em arquitetura MVC, padrão PSR-2 de estilo e interface gráfica baseada em templates Blade. Semelhante ao Ruby on Rails, dotado de boa documentação e bons fóruns para discussão – www.laravel.com.br

GULP é um automatizador de tarefas, focado em ajudar no desenvolvimento das tarefas repetitivas na camada de frontend com maior Velocidade, Eficiência e Simplicidade. É fácil de usar, mantendo simples o que é simples e tornando administráveis as tarefas complexas. É eficiente porque usa o streams do Node. Tem alta qualidade porque simplifica e garante o uso de plugins – gulpjs.com

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O local é resultado de uma parceria recente com a AGES – agência experimental em engenharia de software – da FACIN na PUCRS. Com instalações modernas, com bancadas ergonômicas e com energia, rede wi-fi para eventos e apoio do Cássio Trindade,  arquiteto de software da AGES.

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Eu apoio e curto cada oportunidade em compartilhar conhecimento, mesmo quando minha função é atuar como porteiro, garantindo o uso adequado, acesso, circulação e satisfação da galera e galerinha. Mesmo sem assistir as palestras e oficina, faço sempre um bom networking e novos amigos.

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Desejo um Feliz Natal e um ano de 2017 repleto de bons eventos para todos!

Até breve, provavelmente em Janeiro vão rolar novos eventos  \o/

Turma 2016/2, CC e SI de GP – Aprendizado experiencial

Sou professor na FACIN PUCRS e uma das disciplinas é a de Gerência de Projeto de Software dos cursos de Ciências da Computação e Sistemas de Informação, tratando deste tema vital de forma a oferecer aos alunos senso crítico baseado em contexto e resultados, pontos de contato e sinergia entre PMBOK e SCRUM.

Na ementa temos histórico, fundamentos, pontos fortes, desafios, mas 50% do tempo constitui-se de exercícios em aula, desde a ideação, modelagem de negócio, elicitação, as 10 áreas de planejamento, execução e frequentes lições discussões sobre aprendidas. No início do semestre a turma se divide em grupos, a partir dali cada um deles desenvolverão um passo-apasso de um projeto, de A-Z.

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A ideia não é ensinar artefatos, mas mindset, instigar a importância da modelagem, validação e planejamento antes de sair fazendo. Um dos grupos me autorizou a compartilhar suas percepções sobre alguns dos exercícios e dinâmicas realizadas em aula durante os exercícios de ideação e validação intra e inter-equipes, este grupo propôs, planejou e “desenvolveu” o aplicativo “iExpress”, do pitch até as telas desenhadas com argumentação de negócio:

Na foto abaixo o grupo em Marshmellow Challenge Ágil no início do semestre, uma discussão sobre planejamento e execução iterativo-incremental-articulada. Realizamos diversos icebreakers, warmups e agile games durante o semestre, sempre com o objetivo de refletir fundamentos, mas também para espantar o cansaço das sextas-feiras nos períodos LMNP (19:30 as 22:30): 
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Quanto a validação e evolução baseada em colaboração e sinergia, cada um dos projetos evoluiu muito no transcorrer, apoiado em dinâmicas intra ou em debates inter-equipes, como se os outros grupos fossem usuários e colaboradores dos demais.  Transcrevo a seguir algumas das percepções deles e compartilho ao final estas percepções no seu formato original em PDF.

No caso do iExpress, a ideia e proposição desta solução aconteceu no início do semestre, venho bem antes do Uber lançar seu Uber Bike para pequenas entregas em grandes cidades. Uma ideia muito boa que aparentemente já estava no road map da gigante proxy de transportes ou a Uber tem olheiros espalhados pelos corredores da FACIN e curtiram a ideia  🙂

A partir deste ponto o relato é dos alunos, em primeira pessoa:

1. Análise inicial do Projeto

O iExpress é um aplicativo focado na realização de entregas de forma segura, prática e rápida. O cliente poderá optar por realizar entregas utilizando diferentes meios de transporte, como: motoboy, office-boy e Ciclistas. Assim como os motoboys, office-boys, e ciclistas poderão se cadastrar e fornecer sua mão de obra a nossos clientes. Neste trabalho iremos realizar uma análise crítica, descrevendo os principais artefatos e técnicas utilizados para elaboração do projeto, o aplicativo iExpress.

2. Product Tree

A Árvore do Produto demonstra de forma simples uma visão geral do produto, ou seja, ver o produto como um todo, exibindo através de um brainstorm todas as ideias relacionadas ao projeto que está sendo criado, juntamente com suas funcionalidades e tarefas. Tudo isso de uma forma bastante visual, facilitando assim perceber se o mesmo está em equilíbrio e comtempla foco principal do projeto. O resultado pode inclusive ser mantido em algum lugar visível para servir como um “radiador de informação”.

Nossa equipe através da Árvore do Produto conseguiu estabelecer todos tópicos que seriam abordados e melhor explicado pelos outros artefatos, garantindo a integridade da ideia proposta, sem deixar de lado sugestões paralelas que foram expostas na árvore, como rastreamento, agendamentos e etc.

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3. Elevator Pitch

O Elevator Pitch tem como objetivo apresentar de maneira rápida uma ideia ou uma oportunidade de negócio. Essa técnica permitiu ao grupo debater aspectos importantes relacionados ao produto e alinhar as expectativas sobre as definições de negócio do produto, tais como: o que o produto é, o que ele não é, o que ele faz, o que ele não faz, qual problema se propõe a resolver, quem é o público alvo, como é a solução elaborada, quais são os concorrentes ou produtos substitutos, o valor entregue para os usuários e o diferencial. A consulta desse artefato durante as outras etapas de execução do projeto ajudou a resolver dúvidas que surgiram e economizou tempo de discussão em assuntos que já haviam sido debatidos e definidos.

No caso do iExpress usamos o seguinte template: Cliente, Problemas, Solução, Categoria, Valor, Concorrente e Diferencial. No início os pontos chaves para nosso pitch eram:
 Cliente: Empresas localizadas no centro de Porto Alegre.
 Problema: Receber produtos de uma forma rápida, segura e prática.
 Solução: Entrega de documentos de maneira segura.
 Categoria: Serviço.
 Valor: Redução de custo, sem perder a segurança.
 Concorrentes: Motoboys e Office Boys.
 Diferencial: Eficácia e segurança na entrega de documento entre empresas.

Após a apresentação para os colegas da turma, recebemos algumas sugestões para expandir as opções de transporte para realizar as entregas. Algumas das sugestões foram incorporadas e o grupo acrescentou entrega via de motocicletas e automóveis.

4. Business Model Canvas

O Model Business canvas foi criado para ajudar a empresa a achar seu modelo de negócios ou pontos chave para o funcionamento de um novo produto ou estratégia de mercado. Basicamente o objetivo é responder as seguintes perguntas divididas em 9 blocos:

O objetivo do Canvas é ser mutável, simples e versátil. Geralmente é usado post-it para tornar a mudança mais mutável. Esse Canvas é muito usado por Start-ups, e é um contraponto ao longo e descritivo plano de negócios. No IExpress esse Canvas foi muito importante pois nos direcionou a pensar sobre alguns itens que não tínhamos pensado, como canal de comunicação com cliente, segmentos e relacionamento. Nos ajudou também a pensar sobre parcerias e alinhar expectativas e visão da empresa e proposta de valor.

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5. Project Model Canvas

A mesma relação do Plano de negócios e Business Model Canvas acontece entre Project Model Canvas e Plano de projeto.

Um plano de projeto é um documento descritivo que reúne e organiza todos os documentos da fase de planejamento, definindo como o projeto será executado, monitorado, controlado, encerrado além de planejar a ação necessária para alcançar os objetivos e o escopo para os quais o projeto foi aprovado.

Enquanto o Model Business Canvas trata da empresa ou produto, o Project Model Canvas é mais específico, se tratando do projeto. O Painel é dividido em 13 blocos. Esse canvas nos ajudou a pensar em riscos, tempo de execução, tempo das entregas em sprints, e algumas restrições do produto que não tínhamos pensado anteriormente.

6. Customer Journey Map

A ideia central é desenhar um mapa que permite conhecer o cliente e os seus “touch points”, que são usados para interagir com nosso serviço. Existem diferentes etapas para diferentes objetivos que o cliente utiliza. As etapas são o caminho que o cliente faz para utilizar o nosso serviço do início ao fim do processo. No Caso do iExpress o mais interessante foi a análise de toda jornada que o usuário faz para criação de tarefas que facilitou o uso de nosso sistema, além da descoberta de
novas ações que o usuário poderia tomar dentro do sistema, que até então não tinham sido previstas pela equipe do IExpress.

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7. User Story Mapping – WBS (Work Breakdown Structure)

A utilização do User Story Mapping para a construção do backlog foi uma maneira mais dinâmica e interessante para identificar os requisitos (ao invés de elaborar um documento de requisitos extenso e que provavelmente poucas pessoas leriam). O conceito chave dessa técnica é levantar os requisitos colaborativamente. A estrutura do story mapping é a seguinte: Goals > Activities > Tasks > Stories.

Primeiramente é definido um objetivo, e em seguida as maneiras (atividades) como o usuário pode alcançar esse objetivo. Para completar a atividade, ele precisa realizar tarefas, que são transformadas em user stories para desenvolvimento.

Algumas das vantagens da utilização do Story Mapping são: ter uma ideia visual ampla de todo o backlog do projeto, ajuda a definir funcionalidades que não são realmente necessárias e funcionalidades consideradas desejáveis. Outro ponto interessante é que a disposição das histórias lado a lado facilita a tarefa de estimar o tamanho delas, pois torna possível a comparação entre elas. Através dessa atividade, conseguimos também priorizar as funcionalidades mais relevantes para nosso produto e decidir quais seriam executadas antes, visando entregar valor de forma mais rápida para o cliente.

8. Matriz de Análise de Risco / Plano de Comunicação

A utilização da matriz de análise de riscos fez o grupo refletir sobre aspectos que podem impactar em nosso produto e a maneira como lidar com essas ameaças. Elas foram distribuídas em uma matriz, classificadas por Impacto e Probabilidade, em uma escala de 1 a 3, onde 3 significa maior impacto/probabilidade. As formas de tratar essas ameaças eram as seguintes: Aceitar, Mitigar e Evitar. As situações em que não possuímos nenhum controle ou influência foram tratadas com “Aceitar”, nas outras, que podemos tomar atitudes para não sofrer tanto caso ocorram, foram tratadas por “Evitar” e “Mitigar”.

O plano de comunicação nos permitiu identificar e definir quem deveria ser notificado/consultado em cada situação, como recebimento de status report, reuniões, aquisições, contratações, change requests, etc. Isso auxilia a equipe como um todo a se auto-organizar e auto-gerenciar, visto que todos ficam cientes dos responsáveis por cada evento caso seja necessário contatar uma determinada pessoa.

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Aqui termina o relato dos alunos, o/

Todas as 12 aulas de 4 créditos iniciaram com uma revisão do básico sobre Projetos, seus fundamentos essenciais, PMBOK e SCRUM. Mais que grupos de processo e áreas de planejamento, discutimos áreas de conhecimento e sua importância em nossa vida, planejamento de carreira, empresas onde estamos ou na startup que iniciamos.

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Clique aqui para dar uma olhada neste trabalho em pdf, um dos três trabalhos formais, produzidos e entregues em aula como parte da nota da disciplina. Compartilhar é uma forma de valorizar o esforço e aprendizado de todos eles. Agradeço a parceria, tenho o privilégio de tê-los no Face e Linkedin.

Bom 2017 e até breve!

Semana Acadêmica FACIN da PUCRS 2016

Dá uma olhada na programação da Semana Acadêmica da FACIN da PUCRS, cada momento pode ter inscrições, vale muito a pena. Mesmo sendo gratuito, possui excelentes palestras, cursos e workshops – Dias 04, 05 e 06 de Outubro de 2016.

Inscrições – http://www.daipucrs.com.br/
Evento – https://www.facebook.com/events/890211117780497/

Eu estarei ministrando um curso SCRUM de cinco horas lá no CriaLab do Global TecnoPUC, o mesmo que ofereci e realizei à 50 alunos na FACIN da PUCRS em Julho/2016 e para 80 alunos da FACIN da UCS em Setembro/2016.

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04/10 – 3ªfeira – Palestras:

• 08:30 – 12:30
Apresentação dos Núcleos de Pesquisa da Faculdade
Ministrante: Professores Professor Bordini e Renata Viera
Local: Prédio 97 Global TECNOPUC – Auditório, Sala 109

• 17:30 – 18:30
Palestra E-core
Local: Prédio 97 Global TECNOPUC – Auditório, Sala 109

• 18:30 – 19:30
TECNOPUC – Um projeto de Sucesso
Ministrante: Prof. Rafael Prikladnicki
Local: Prédio 97 Global TECNOPUC – Auditório, Sala 109

• 19:30 – 20:30
Carreira na SAP
Ministrante: Matheus Kunz
Local: Prédio 97 Global TECNOPUC – Auditório, Sala 109

• 20:30 – 21:30
Mercado de trabalho e o Desenvolvimento de Software
Ministrante: Antônio Reis
Local: Prédio 97 Global TECNOPUC – Auditório, Sala 109

• 21:30 – 22:30
IOT Segurança
Ministrante: Ramão Tiago Tiburski
Local: Prédio 97 Global TECNOPUC – Auditório, Sala 109

04/10 – 3ªfeira – Cursos:

• 08:30 – 12:30
TDD, Dojo
Ministrante: Cassio Trindade
Local: Prédio 32 FACIN – AGES Sala 107

• 17:30 – 22:30
POKÉDEX SCRUM

Ministrante: Jorge Horácio Audy
Local: Global TECNOPUC – Crialab

cartaz

• 19:00 – 22:30
Curso de Node JS
Ministrante: Andey Moser
Local: Prédio 32 FACIN – LAB 309

• 19:00 – 22:30
Curso Ruby
Ministrante: Bruno Simões
Local: Prédio 32 FACIN – LAB 312

05/10 – 4ªfeira – Palestras:

• 08:30 – 09:30
Smart Map PUCRS
Ministrante: Tácito Viero
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 09:30 – 10:30
Inception enxuta
Ministrante: Mayra Rodrigues
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 10:30 – 11:30
Me formei, e agora?
Ministrante: Raphael Varela e Suzane Job
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 11:30 – 12:30
Software livre e sua importância
Ministrante: Sady Jaques – Presidente da ASL
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 12:30 – 13:30
IOT – Contexto
Ministrante: Everton Matos
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 17:30 – 18:30
Programação dinâmica
Ministrante: Prof. João Batista Souza de Oliveira
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 18:30 – 19:30
INTERNET das Coisas
Ministrante: Eloi Júnior
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 19:30 – 20:30
Cloud Services
Ministrante: Leonardo Zanetti e Douglas Hermann – SAP
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 20:30 – 21:30
Mobilidade Acadêmica
Ministrante: Prof. Alexandre Agustini, Ludgero Mascarenhas e Guilherme
Dohms
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

05/10 – 4ªfeira – Cursos:

• 19:00 – 22:30
Reaject.js
Ministrante: Jean Bauer
Local: Prédio 32 FACIN – Laboratório 309

• 19:00 – 22:30
Android
Ministrante: Daniel Dacorso
Local: Prédio 32 FACIN – Laboratório 312

06/10 – 5ªfeira – Palestras:

• 08:30 – 10:30 Maratona de Programação – Experiência e desafios
Ministrante: Gustavo Kath e Paola Salvador
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 10:30 – 11:30
Imagine CUP
Ministrante: Prof. Michael Mora
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 17:30 – 18:30
Direto ao Ponto
Ministrante: Paulo Caroli
Local: Prédio 32 FACIN – Auditório térreo, Sala 102

• 18h as 21:30
ON – CAMPUS: Exposição de Empresas
Empresas participantes: SAP, Zenvia, King Host, HPE, 4all, Instituto
Eldorado, DELL e-core
Local: Saguão do Prédio 32 FACIN

• 19h – 20h
ON – CAMPUS: Palestra sobre carreira na área de TI
Palestrantes: Luiz Fernando Saraiva e Marcelo Blois Ribeiro
Local: Saguão do Prédio 32 FACIN

06/10 – 5ªfeira – Cursos:

• 08:30 – 10:30
Descomplicando o ShareLatex
Ministrante: Anderson Domingues
Local: Prédio 32 FACIN – Laboratório 310

• 17:30 – 22:30
CURSO – DESIGN THINKING
Ministrante: Prof. Eduardo Peres
Local: Global TECNOPUC – Crialab

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Semana Acadêmica FACIN PUCRS 10/2016

Se você quer saber mais sobre gerenciamento de projetos ágeis de uma forma muito descolada e divertida, te inscreve lá na imersão SCRUM POKEDEX. Vou provar que aprendizado experiencial é um bom caminho para entender o que é e como gerar mais valor usando métodos iterativo-incrementais-articulados, equipes auto-organizadas, fazendo certo a coisa certa  \o/

A semana acadêmica FACIN é um mega-evento ao alcance de todos, não perca esta oportunidade, afinal, projetos existem em todas as áreas de conhecimento, um TCC, dissertação, vida pessoal e profissional de todos nós, em todas as situações.

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Quem participou do treinamento que aconteceu no primeiro semestre deste ano na FACIN está novamente convidado, porque a edição que acontecerá na Semana Acadêmica 10/2016 será diferente, com o dobro de horas e com um exercício prático em que cada equipe formada terá que construir protótipos de cada tela do nosso projeto Pokedex usando papel, canetas, tesoura e cola.

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Nos vemos lá – http://www.daipucrs.com.br/registrar